Será que nossas palavras mudam a realidade?


Por Bruno Benjamin Scialom
história do judaísmo neste link


Yemin Orde,
segundo ano, 2012, estrelando: Uri Berditchevsky, Rafael Moura, as pernas de Matteos Reisman, Leandro Fontoura. Participação especial das pernas da Einat!

O Judaísmo nos diz que rezemos todos os dias, nos instrui como rezar e afirma que assim estamos construindo mundos. Os Tehilim (salmos) são recitados para "concertar" o nosso mundo e nossa vida (o Tikun). Dizer mal dos nossos próximos constitui má língua (Lashon hara) pois aquele que diz mal dos outros é considerado como um derramador de sangue. É possível? O Judaísmo vai mais longe. Ele afirma que a maioria das nossas doenças, de nossos problemas físicos e financeiros provém do mau uso da palavra, deste dom que nos difere dos animais.

A palavra Brit-milá (circuncisão), aliança entre D.us e os judeus, significa a aliança (brit) da circuncisão (milá), mas também da palavra, já que milá significa também "palavra" em hebraico.

Não poderiam encontrar uma palavra mais apropriada? Aliança do sexo correto ou qualquer outra? porque justamente da palavra?


Isto se explica pela Maguen David, a estrela de david, o símbolo sublime do Judaísmo (tão desprezado e pisoteado hoje em dia - lamentável ignorância). Ela representa a dimensão física (os seis cardinais - Norte, Sul, Leste, Oeste, Cima e Baixo) e aquele que povoa e comanda a dimensão física - o Homem. A cabeça em cima, os dois braços, as duas pernas e a Brit (aliança com D.us).

O Homem possui duas grandes fontes de força criativa: o sexo e a palavra. Com eles ele pode dar a vida, e retirá-la. Ele dá a vida a outro homem com o sexo, e com boas palavras pode também gerar o bem, a vida - comprove: diga o bem espontaneamente a alguém triste, e conceda-lhe a vida. Da mesma maneira o Homem pode destruir se usar o sexo impropriamente (prostituição, estupro) o que equivale ao oposto da vida, e proferir palavras destruidoras. Destrua um homem na sua infância com palavras mal colocadas, traumatizando-o para sempre. O povo judeu adota este símbolo na época do Rei David como uma celebração à vida. Uma reafirmação da aliança de D.us com Avraham e seus descendentes, de que usará suas forças para dar a vida, com o sexo apropriado, e com palavras apropriadas. A Maguen David refere-se também à Brit-milá.

Além do mais, D.us que é um (Shema Israel, Hashem Ehad) criou o homem a sua semelhança. Mas o Homem é homem e mulher. E o Homem é dois. Então qual é esta imagem divina? A resposta é que D.us é um. Quando o homem e a mulher tornam-se UM então eles se assemelham a D.us. O intercurso é portanto sagrado no Judaísmo quando praticado da maneira correta, aquela que faz do Homem e da Mulher, Um. Assim como a maior criação de D.us nesta dimensão física é o homem, o Homem emula seu criador, criando outro Homem, o filho do Homem.

Has ve Shalom (D.us nos livre), quando a aliança com D.us é quebrada, quando o Homem dá vazão à seus ensejos egoístas e faz do sexo ou das palavras uma fonte de individualidade e se desconecta de seu criador, não gera outros homens, mas gera vazio e dúvidas, que são a serpente do jardim do Édem, cuja existência é a dúvida e negação da aliança. A serpente, a dúvida, é parte do ser humano e não um ente distinto. São as forças do Iezter hara, o mau pendente que está dentro de todos nós sem exceção. Lembrando que não existe o demônio no Judaísmo. 

Felizes somos nós que vivemos em uma época em que a ciência pode responder, comprovar ou negar a importância das palavras que nós proferimos. poderemos comprovar na prática se o judaísmo está certo ou errado.

Masaru Emoto é um cientista Japonês que expõe gotas de água à platéias que as xingam ou lhes endereçam palavras bonitas, e depois as congela a uma temperatura de -8ºC. Após "ouvirem" palavras bonitas, as gotas congelaram-se em formas harmoniosas, (sempre com prismas de 6 pontas), veja as fotos a seguir, enquanto que as gotas que foram xingadas congelaram-se em formas rudes e caóticas.

Neste primeiro set de fotos, veja a água colhida de diferentes fontes ser congelada e exibir diferentes padrões de formas. Veja a água de um rio que atravessa diversas cidades como parece ser influenciado. E sobretudo, veja uma gota de água antes de ter "ouvido" uma brachá (benção) e após a brachá


Nascente Sanbu-ichi Yusui

Rio poluído

Gelo antártico
Fonte de Lourdes, França

Lago Biwako, centro do Japão 

O rio Yodo corre por cidades

Represa Fujiwara,antes de uma brachá

Represa Fujiwara, após uma brachá

Dr Masaru Emoto observou que efeito a música tem na estrutura da água. Posicionou  água destilada entre dois altofalantes por diversas horas e fotografou então os cristais que se formaram depois da água congelada.

Pastorais de Bethoven

Música tibetana

Dança folclórica Kawachi

Heavy Metal

Após ter observado como a água reagia às circunstâncias ambientais, poluição e música, Dr Emoto e seus colegas observaram como as palavras afetam a formação do cristal de gelo oriundo de águas destiladas, não tratadas ou de águas puras, usando palavras. O mesmo procedimento foi executado empregando nomes de pessoas falecidas. As águas foram congeladas e fotografadas.

Água destilada não tratada

Amor e admiração

Obrigado

Você me faz mal. Vou  te matar

Adolph Hitler

Madre Teresa

Seu Tolo

Vamos fazer isto

Faça isto agora!


Se nossas palavras podem influenciar na configuração da água, e nosso corpo é constituído de 60% de água, então imagina uma vida inteira de fofocas e intrigas o que não faz com nossas almas....                                                                            

Neste link você receberá um livro para crianças do Dr. Masaru Emoto: Clique aqui

Nestas palestras traduzidas para o português pode-se ver na primeira parte águas colhidas de diferentes fonte, no segundo filme a música, no terceiro e quarto a experiência do arroz e o xingamento da água. Apesar dele falar um monte de coisa desconectada do Judaísmo, vale a pena verificar as fotos. 

Experiência do Arroz 


Nosso querido (ex-)aluno Nicolas Ohana (2008-2009) Tirou fotos da experiência que fizemos na sala de aula com o Arroz.
Aqui estão as fotos e suas palavras :

Depois de analisar um experimento feito no Japão, que consistia em falar com a água de vários modos e depois congelá-la e ver como ficaria o seu formato, como por exemplo, se falassem com a água de um jeito triste a água ficaria com uma forma muito estranha e se falassem de um modo alegre ela ficaria com um formato muito mais bonito e "perfeito, o professor de geografia de Yemin Orde propôs para nossa turma (segundo ano de 2009) fazer essa experiência mas ao invés de água congelada, arroz. Colocamos em três potes lacrados diferentes, arroz feito na mesma hora, na mesma panela e pelo mesmo cozinheiro. Com um pote não falamos nada e o deixamos isolado; Com o segundo, falamos coisas de amor, alegria, felicidade como por exemplo "Arroz, arroz, arroz, você e a minha vida sem você não poderei mais viver...; E com o terceiro e último, falamos coisas ruins, tristes, infelizes como por exemplo "Você não chega nem a ser um trigo seu nada..."  Veja o resultado:
Experiência do arroz - arroz elogiado Experiência do arroz - Arroz odiado
Com este pote falamos coisas alegres Com este falamos coisas tristes e infelizes

Experiência do arroz - Arroz ignorado
Com este pote não falamos nada

Então, se você tem um coleguina na sua sala ou no trabalho ou em qualquer outro lugar, não o xingue ou o deixe pra baixo senão ele pode ficar como o arroz do ódio...........

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