Artigo Sobre DURBAN II

(publicado no De Olho na Mídia e no jornal Alef)

Os maiores estados democráticos do mundo, que são entre outros a Líbia, o Irã e Cuba; as associações ilustradas  com slogans de defesa dos direito do homem e de seus valores universais, tais como  a Organização da Conferência Islâmica, a Liga Árabe e a rede dos Irmãos muçulmanos; os humanistas mais engajados tais como Ahmadinajad, Kadhafi e Castro nos preparam um encontro internacional contra o racismo, chamada “Durban II” que tomará lugar em Genebra, do 20 ao 24 de Abril.

O pauta do dia, que já começou a circular já nos prepara contra o genocídio que se prepara contra as nossas liberdades, contra as democracias e contra a razão. E já que o bom senso foi assim injuriado, ridicularizado, morto, então vamos nessa!

A conferência pretende resultar em uma condenação do estado de Israel, acusado de aplicar uma política de “Apartheid”. Claro! É o único país da região no qual os Árabes têm algum direito, é portanto normal condenar este Estado que se permite de ser uma democracia em meio a um oceano de ditaduras.

Por que os Israelenses ousaram instaurar uma democracia? Por que tal provocação? Permitir que Árabes sejam democraticamente eleitos é condenável, acordar-lhes cidadania é escandaloso, permitir que a imprensa seja livre é inaceitável. Não conseguir que seus dirigentes sejam eleitos com 99,98% é repugnante. Estas e outras são offensas realmente condenáveis, verdadeiras injúrias no que toca os sistemas políticos erigidos a alguns poucos quilômetros de distância de Tel-Aviv, por Mubarak, Assad ou Nasrallah. 

Sim! É uma insulta a Kadhafi, Castro e Ahmadinajad. Injúria que necessitava de verdadeiramente de ser estagmatizada em nome dos direitos dos ditadores, dos fascistas islamistas e dos autoritários que dispõem de seus povos em total liberdade.

Sim! Para Kadhafi, Ahmadinajad e seus companheiros não há nada mais no mundo que necessite de condenação, exetuando-se Israel. Que descoberta! Não há oprimidos na Líbia, aliás nem no Irã . As mulheres são sempre livres e emancipadas na Arábia Saudita; na Argélia, a democracia permitirá ao atual presidente de continuar presidindo; na Tunísia, igualmente, o islamismo continuará em seu caminho purificando mentes poluídas. Tudo vai bem, obrigado!

Castro não morreu, ele continua fielmente no cargo que lhe corresponde, apenas indicou Raul, seu irmão para suceder-lhe. Não há nada de condenável do lado de Havana, os charutos continuam sempre bons. Não há agressões aos direitos do homem tampouco em teerã, já que são os direitos das mulheres que são espezinhados por algumas mechas de cabelo que ousem ultrapassar a fronteira de seus véus. Que descaradas! Deveriam pentear-se corretamente e não atentar contra a libido dos mullahs!

Na África igualemente, os dirigentes estão sempre tão próximos de seus povos. Tão próximos que Mugabé contaminou sua própria gente com o vírus da cólera. Mas enquanto não for a peste negra, tudo bem!

Tudo vai de vento em popa na Somália, os jovens têm se divertido. Eles vibram e

aproveitam da vida até a morte! Eles se divertem tanto com suas pistolas automáticas que conseguiram tomar a capital Mogadisco e intaurar a lei de Deus. Ah! A famosa charia. Intocável. Não se deve condenar o Hamas qui nela se inspira para defenestrar homosexuais pela janela do terceiro andar, como punição divina. Não se esqueçam! Gays, têm que morrer!

Nenhuma condenação tampouco ao Hamas, primeiro produtor de sacis-pererês do mundo! Enquanto eles estiverem ensinando a seus co-religionários traidores do fatah como comportar-se, devemos encorajá-los!

A charia? Ela é importante. Não devemos em impótese alguma condenar Al-Qaradhaoui e suas declarações anti-semitas. Exterminar judeus é um traço cultural do Irã, do Hamas, dos irmãos muçulmanos, Bin Laden e seus compatriotas. Portanto, não se pode agredir a “cultura” desta gente, sob pena de sermos monstros, digo, terríveis “islamófobos”. A “cultura” esta que autorisa a distintos senhores de quarenta ou cinquenta anos, gordos como porquinhos de pelúcia, a casarem-se com meninas de dez anos. Por que condenar tais práticas saudáveis que permitem às mulheres de se emanciparem desde cedo. Como esta pré-adolescente Nojoud, que tinha tudo para ser feliz mas ousou ultrapassar todos os limites do proibido e pedir o divórcio. É ela que merece ser condenada por Durban II e não a “cultura” patriarcal que permite vender a própria filha, desde a escola primária.

Não é tampouco condenável a charia do Sudanês Hassan Al-Bashir, ela o ajudou a livrar-se de algumas dezenas de milhares de cidadãos de Darfour, são estes ocidentais imorais que ainda pretendem levá-lo à corte internacional.

Durban II pretende igualementeinstaurar uma lei “antiblasfêmia”. Não! Não poderemos tocar em Jesus ou Mohamed. Não se toca nos fundos de comércio que permitem aos religiosos lotar as suas capelas. Não devemos rir ou criticar os dogmas. Os dogmas, contrariamente à vida humana, são sagrados! Intocáveis! Esobretudo, não se deve nunca condenar um atentado! Há de se condenar aqueles que condenam os atentados.

Não se deve tampouco abrir a boca no tocante às burkas, esta túnica necessária e vital que permite esconder as mais feias entre as mulheres, e permitir-lhes ser como as outras, simples sombras que só podem sair acompanhadas de seu macho dominante. Não! Nem esta cobertura básica, nem o véu que reduzem o outro sexo a uma simples expressão: um pecado, a encarnação do diabo.

E por falar nele, justamente, deveremos justamente aliar-nos a ele, alguns já o fizeram, outros lhe venderam as almas. O grande e os pequenos satãs, como são chamadas as nações ocidentais, por ordem de influência.

Aos participantes de Durban II, que a religião de seus demônios seja maldita!

 

Modelo spyka webmaster você pode baixar em Just Free Templates.

Site hospedado por www.000webhost.com