A questão palestina



A questão palestina - fotos da cidade de Gaza



Uma visita na faixa de Gaza  foi possível usando um passaporte europeu. Apesar de ter sido acompanhado com seguranças árabes, pudemos fazer algumas fotos do lugar. Antes de irmos embora, pegaram nossos aparelhos, verificaram as fotos uma a uma e o devolveram. Em nenhum momento pudemos circular sozinhos, ou entrevistar alguém que não fosse indicado por nossos "seguranças".

Fotos de Gaza 
Estatuto do Hamás
Mídia árabe
Casais mistos em Israel
Site oficial do ministério do exterior de Israel

Filme "Obsession" completo
Os judeus que nasceram e cresceram em países árabes
Corão completo em versão oficial
Versículos do Corão que clamam à guerra santa (jihad)
Árabes que deixaram o terrorismo
Material para se baixar gratuitamente sobre Israel e Palestina
          

Como vocês sabem, o Hamás é o grupo político que governa hoje a faixa de Gaza, tendo ganhado as últimas eleições lá com esmagadora maioria. Eles publicaram desde a fundação do movimento a seguinte Carta, orientando seus seguidores. A faixa de Gaza foi totalmente evacuada, e é um lugar no qual não há sequer um judeu.
Você encontrou algo de antisemita nela? Leia com calma, o texto todo, veja quais são os objetivos dos árabes em Israel, se é de obter a paz, de fundar um país, ou apenas de liquidar Israel? veja o artigo 13:

"Art. 13 As iniciativas, as assim chamadas soluções pacíficas, e conferências internacionais para resolver o problema palestino se acham em contradição com os princípios do Movimento de Resistência Islâmica, pois ceder uma parte da Palestina é negligenciar parte da fé islâmica. O nacionalismo do Movimento de Resistência Islâmica é parte da fé (islâmica). É à luz desse princípio que seus membros são educados e lutam a jihad (Guerra Santa) a fim de erguer a bandeira de Alá sobre a pátria."

A Carta do Hamás na integra (www.beth-shalom.com.br)
   

Estatuto do Hamas

Nota: esta é a tradução literal do Estatuto (Carta) de fundação do Hamas, tornada pública em 1988 e amplamente divulgada pelos sites palestinos oficiais.
Esta tradução foi realizada a partir do original em árabe (1) - e não de traduções para o inglês.

Em nome de Alá, o Misericordioso e Piedoso

Sois (palestinos) a melhor nação surgida na face da terra. Fazei o bem e proibis o mal, e credes em Alá. Se somente os povos do Livro (i.e., judeus [e cristãos]) tivessem crido, teria sido melhor para eles. Alguns deles crêem, mas a maioria deles é iníqua. Nunca serão capazes de nos causar sério mal, serão apenas uns incômodos. Se vos atacarem, acabarão virando as costas e fugirão, e não serão socorridos. Humilhação é a sina deles, onde possam se encontrar, exceto se forem salvos por meio de um compromisso com Alá ou por um compromisso com os homens. Recaiu sobre eles a ira de Alá, e a sina deles é a desgraça, porque recusaram as indicações de Alá e erradamente mataram os profetas, e por serem desobedientes e transgressores (Alcorão, 3:110-112).

Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele. (segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá). (2)

O mundo islâmico se encontra em chamas, e cada um de vós deveis, e todos nós devemos, jogar água, mesmo que seja um pouquinho, para fazer extinguir o que pode ser extinto, sem esperar pelos outros. (das palavras de Sheik Amjad Al-Zahawi, que receba as graças de Alá). (3)

Em nome de Alá, o Misericordioso e Piedoso.

Preâmbulo

Louvado seja Alá. Buscamos Sua ajuda, pedimos Seu perdão, pedimos Sua orientação, e Nele confiamos. Que a paz e as orações se dirijam a Seu Mensageiro, seus familiares e companheiros, e a todos os que lhe são leais e levam a sua mensagem e seguem sua sunna (os costumes do Profeta). Que as orações e a paz lhes sejam dirigidas para todo o sempre, enquanto existirem o céu e a terra.

Oh! Povo, em meio aos nossos grandes problemas e profundos sofrimentos, e dos sofridos corações e braços dos crentes, purificados pelas orações, independente do dever, e em resposta às determinações de Alá – donde emana o chamamento (de nosso Movimento) e o encontro e reunião (de forças), e de onde decorre a educação de acordo com os caminhos de Alá e uma decidida vontade de levar adiante os objetivos (do Movimento) em nossas vidas, ultrapassando todos os obstáculos e sobrepujando as dificuldades da jornada. Daí decorre, também, a permanente prontidão (e também) estardes preparados para o sacrifício da vida de cada um e de todos vós pela causa de Alá.

Então a semente brota e (o movimento) começa a se mover adiante através de mares tempestuosos de desejos e esperanças, sonhos e aspirações, perigos e obstáculos, sofrimentos e desafios, tanto locais (na Palestina) como afora.

Quando a idéia desabrocha e a semente cresce, e a planta lança suas raízes no terreno da realidade, longe das emoções fugidias e impetuosidades impróprias, então o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) (4) estará apto a desempenhar sua missão, marchando em frente pela causa de Alá, (assim fazendo, Hamas) junta suas forças com aqueles que lutam a Guerra Santa (jihad) pela libertação da Palestina. (5). As almas dos combatentes da Jihad encontrarão as almas de todos os guerreiros santos que sacrificaram suas vidas pela terra da Palestina, desde o tempo em que os companheiros do Profeta a conquistaram, até o presente.

Por este Pacto, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) mostra a sua cara, apresenta sua identidade, clarifica sua posição, esclarece suas aspirações, discute suas esperanças, e conclama pelo apoio e suporte, e para que se juntem às suas fileiras, porque nossa luta contra os judeus é muito longa e muito séria, e exige todos os esforços sinceros. É um passo dado que deve ser seguido por outros passos; é uma brigada que deve ser reforçada por outras brigadas e mais outras brigadas deste vasto mundo islâmico, até que o inimigo seja derrotado e a vitória de Alá triunfe.

É assim que vemos o futuro chegando no horizonte. "E depois de algum tempo, sabereis" (Alcorão 38-88).

Alá escreveu: Eu e Meu Mensageiro predominaremos. Alá é Forte e Poderoso" (Alcorão 58-21).

"Dizei: Este é o meu caminho. Chamo Alá com toda certeza, eu e aqueles que me seguem, e que a glória seja para Alá, não me encontro entre os politeístas". (Alcorão 12-108).

Capítulo I

Introdução às Premissas Ideológicas do Movimento

Art. 1º O Movimento de Resistência Islâmica é o caminho. É do Islã que derivam suas idéias, conceitos e percepções a respeito do universo, da vida, e do homem, e todas as suas ações levam em conta o julgamento do Islã. É do Islã que busca orientação bem como guia de seus passos.

O Relacionamento do Movimento de Resistência Islâmica e a Fraternidade Muçulmana

Art. 2º O Movimento de Resistência Islâmica é um dos ramos da Fraternidade Muçulmana na Palestina. A Fraternidade Muçulmana é uma organização global (universal) e é o maior movimento islâmico nos tempos modernos. Ela se distingue por seu profundo entendimento e sua precisão conceitual e pelo fato de englobar a totalidade dos conceitos islâmicos em todos os aspectos da vida, em idéias e crença, na política e na economia, na educação e assuntos sociais, em matérias judiciais e em matérias de governo, na pregação e no ensino, na arte e nas comunicações, no que deve ser secreto e no que deve ser transparente, bem como em todas as áreas da vida.

Estrutura e Formação

Art. 3º O Movimento de Resistência Islâmica é constituído por muçulmanos dedicados a Alá e que a Ele servem, como Ele merece ser servido. "Eu não criei demônios e homens senão para servir-Me" (Alcorão 51:56).

(Tais muçulmanos) reconhecem seus deveres para consigo mesmos, suas famílias e sua pátria, temendo a Alá em tudo. Eles fizeram levantar a bandeira da jihad diante dos opressores a fim de livrar a terra e os crentes de suas depravações, impurezas e maldades. "Atiramos a verdade contra a falsidade e arrebentamos a cabeça dela e, vedes, ela desaparece." (Alcorão 21:18).

Art. 4º O Movimento de Resistência Islâmica considera bem-vindo todo muçulmano que abrace seu credo, adote sua ideologia, se compromete a seguir seu caminho, manter seus segredos e que deseje juntar-se às suas fileiras a fim de levar a cabo seu dever, e tendo Alá como recompensa.

O Movimento de Resistência Islâmica – Dimensões de Tempo e Espaço

Art. 5º A dimensão temporal do Movimento de Resistência Islâmica – em vista do fato de ter adotado o Islã como seu modo de vida – regride ao nascimento da mensagem islâmica e aos primeiros crentes e justos; Alá é o seu objetivo, o Profeta é o exemplo a ser seguido e o Alcorão sua Constituição.

Sua dimensão espacial: onde houver muçulmanos que abracem o islã como seu modo de vida, em todos os confins terrestres. Assim, (o Hamas) lança as suas raízes bem fundo no solo, e a planta se levanta para abraçar os céus.

"Não vedes como Alá nos deu uma parábola? Uma palavra boa é como uma boa árvore; suas raízes são firmes e seus galhos se elevam aos céus. Ela sempre proporciona seus frutos no tempo certo, de acordo com a vontade de Deus. Alá recita parábolas aos homens para que tomem os devidos cuidados". (Alcorão, 14;24/25)

Diferenciação e Independência

Art.6º O Movimento de Resistência Islâmica é um movimento palestino distinto, que é leal a Alá, adota o Islã como modo de vida e se dedica a levantar a bandeira de Alá sobre cada centímetro da Palestina. Sob as asas do Islã, seguidores de outras religiões podem todos viver salvos e seguros em suas vidas, propriedades e direitos; porque na ausência do Islã, a discórdia surge, a injustiça se espalha, a corrupção brota, e acabam existindo conflitos e guerras. Alá abençoe o poeta muçulmano Muhammed Iqbal (6) que disse:

Quando a fé vai embora, não há salvação.
Não há vida para quem não possui uma religião.
Quem se acha contente em viver sem religião,
Adotou a morte como parte da vida.

A Universalidade do Movimento de Resistência Islâmica

Art. 7º Em todos os países do mundo encontram-se muçulmanos que seguem o caminho do Movimento de Resistência Islâmica, e tudo fazem para o apoiar, adotando seu posicionamento e reforçando a sua Guerra Santa (jihad). Por isso, é um Movimento universal, qualificado para esse papel devido à clareza de sua ideologia, superioridade de seus fins e sublimidade de seus objetivos. Nessas bases é que deve ser visto e avaliado, e é nessas bases que seu papel deve ser reconhecido. Quem nega os direitos do Movimento, se recusa a ajuda-lo, se mostra cego (á verdade) e se esforça para embotar seu papel – é como alguém que tenta entrar numa disputa com a predestinação (divina). Quem fecha os olhos aos fatos, intencionalmente ou não, eventualmente despertará (para ver) que foi ultrapassado pelos acontecimentos, e que o valor das provas o torna incapaz de justificar suas posições. Será dada prioridade aos que chegarem primeiro (ao Movimento). A iniqüidade de alguém da família é mais dolorosa para alma do que o golpe de uma espada afiada. (7)

Temos vos revelado a verdade do Livro, confirmando a escritura que vem diante dela e guardando-a. Fazeis o julgamento das pessoas de acordo com o que Alá revelou, e não sigais os caprichos delas, afastando-se da verdade que vos foi revelada. Para cada um de vós Alá indicou a lei e apontou um caminho. Se Alá tivesse assim desejado, faria de vos uma única nação. Entretanto Ele desejou testar-vos em tudo que vos concedeu. Assim, deveis competir uns com os outros em boas ações. Por vontade de Alá todos vós devereis retornar e, então, Ele vos revelará (a verdade) sobre as matérias nas quais vós divergis. (Alcorão 5-48)

O Movimento de Resistência Islâmica é um elo da corrente da jihad contra a invasão sionista. Acha-se conectado e vinculado ao (corajoso) levante do mártir "Izz Al-Din Al-Kassam e sua irmandade, os combatentes da jihad da Fraternidade Muçulmana no ano de 1936. Em seguida está relacionado e conectado a outro elo, a jihad dos palestinos, o empenho e a jihad da Fraternidade Muçulmana na guerra de 1948, e às operações da jihad da Fraternidade Muçulmana de 1968 em diante. Apesar de que tais ligações estejam distantes e apesar de que a continuidade da jihad foi interrompida por obstáculos colocados no caminho dos combatentes da jihad por aqueles que gravitam na órbita do sionismo, o Movimento de Resistência Islâmica aspira concretizar a promessa de Alá, não importando quanto tempo levará. O Profeta, que as bênçãos e a paz de Alá recaiam sobre ele, disse; "A hora do julgamento não chegará até que os muçulmanos combatam os judeus e terminem por mata-los e mesmo que os judeus se abriguem por detrás de árvores e pedras, cada árvore e cada pedra gritará: Oh! Muçulmanos, Oh! Servos de Alá, há um judeu por detrás de mim, venha e mate-o, exceto se se tratar da árvore Gharkad, porque ela é uma árvore dos judeus." (registrado na coleção de Hadith de Bukhari e Muslim).

O Lema do Movimento de Resistência Islâmica

Art. 8º Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho e a morte por Alá é a sublime aspiração.

Capítulo II

Os Fins – Causas e Objetivos

Art. 9º O Movimento de Resistência Islâmica se encontra num período em que o Islã se acha ausente da vida diária. Conseqüentemente, o equilíbrio está rompido, conceitos se acham confusos, valores se acham alterados, as pessoas más galgaram o poder, a injustiça e a escuridão prevalecem, covardes se tornaram tigres, a pátria foi usurpada, o povo expulso e se encontra errante em todos os países do mundo. O governo dos justos está ausente, e prevalece o império da falsidade. Nada se acha no devido lugar. Pois, quando o Islã está ausente, tudo se acha modificado. Essas são as causas.

No que toca aos objetivos, compreendem o combate à falsidade, derrota-la e elimina-la, de forma que os justos venham a imperar. A pátria deve retornar (aos seus verdadeiros donos), e do alto das mesquitas tocará a conclamação para as orações, anunciando o surgimento do império do Islã, de maneira que as pessoas e as coisas retornem aos seus devidos lugares. De Alá buscamos o socorro.

"Se Alá não promovesse a defesa de um grupo de pessoas diante das outras, a terra, certamente, se encontraria em estado de desordem. Alá é o mais bondoso de todos os seres." (Alcorão 2-251)

Art. 10 O Movimento de Resistência Islâmica – enquanto marcha adiante – oferece ajuda a todos os perseguidos e protege os oprimidos com toda a sua força. Não mede esforços para fazer sobressair a verdade e erradicar a mentira, tanto com palavras como com ações concretas, aqui e em qualquer lugar que possa chegar e exercer sua influência.

Capítulo III

Estratégia e Meios

A Estratégia do Movimento de Resistência Islâmica

A Palestina é um Wakf islâmico (propriedade concedida, doada).

Art. 11 O Movimento de Resistência Islâmica sustenta que a Palestina é um território de Wakf, (legado hereditário) para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Ninguém pode negligenciar essa terra, nem mesmo uma parte dela, nem abandoná-la, ou parte dela. Nenhum Estado Árabe, ou mesmo todos os Estados Árabes (juntos) têm o direito de faze-lo; nenhum Rei ou Presidente tem esse direito, nem tampouco todos os Reis ou Presidentes juntos, nenhuma organização, ou todas as organizações juntas – sejam elas palestinas ou árabes – têm o direito de faze-lo, porque a Palestina é território Wakf, dado para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição.

Esse é o status legal da terra da Palestina de acordo com a Lei Islâmica. A esse respeito, é igual a quaisquer outras terras que os muçulmanos tenham conquistado pela força, porque os muçulmanos a consagraram, à época da conquista, como legado hereditário para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Assim ocorreu quando foi completada a conquista de Al-Sha'm (8) e do Iraque, e os Comandantes dos exércitos muçulmanos enviaram mensagens ao Califa 'Umar b. Al-Khattab, pedindo instruções a respeito das terras conquistadas – dividi-las entre as tropas ou deixa-las em mãos dos seus proprietários, ou proceder de outra forma.

Depois de discussões e consultas entre o Califa 'Umar b. Al-Khattab e os Companheiros do Profeta, ficou decidido que as terras deveriam permanecer em mãos dos proprietários (originais) para se beneficiarem de suas colheitas, mas a terra, isto é, a terra em si, deveria constituir um Wakf, (legado hereditário) para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. A posse dos proprietários é somente um usufruto. Esse Wakf existirá enquanto existirem os céu e a terra. Qualquer ato que não esteja de acordo com essa Lei Islâmica em relação à Palestina é nulo e revogado."Essa é a única verdade. Por isso, Louvai o Grande Nome do Senhor." (Alcorão 56 –95/96).

Pátria e Nacionalismo Segundo o Movimento de Resistência Islâmica.

Art. 12 Nacionalismo (9), segundo o Movimento de Resistência Islâmica, é parte do credo religioso (islâmico). Não existe nada que fale mais eloqüentemente e mais profundamente de nacionalismo do que se segue quando o inimigo usurpa território muçulmano, quando travar a Jihad e confrontar o inimigo se torna um dever pessoal de cada muçulmano, homem e mulher. Uma mulher pode sair para lutar contra o inimigo (mesmo) sem a permissão do marido e um escravo sem a permissão do seu senhor.

Não existe nada igual em qualquer outro sistema político – é um fato indiscutível. Enquanto vários outros (ideologias nacionalistas) nacionalismos se baseiam em fatores físicos, humanos e regionais, o nacionalismo do Movimento de Resistência Islâmica é caracterizado por todos os fatores acima e mais – e o mais importante – é caracterizado por motivos divinos que promovem um pacto entre esse nacionalismo, o espírito e a vida, desde que se torna relativo à fonte do espírito e a Ele que dá a vida. (O Movimento de Resistência Islâmica) está levantando a bandeira divina nos céus da pátria, de modo a criar laços indissolúveis entre o firmamento e a terra.

Quando Moisés chegou e bateu com seu bastão
Tanto o mago e a magia deixaram de ter valor.

"O caminho certo surge claramente do erro; por isso quem renuncia à falsidade e crê em Alá, é como agarrar firmemente um apoio, que nunca se quebra, e Alá tudo ouve e vê." (Alcorão 2 – 256).

Soluções Pacíficas, Iniciativas e Conferências Internacionais

Art. 13 As iniciativas, as assim chamadas soluções pacíficas, e conferências internacionais para resolver o problema palestino se acham em contradição com os princípios do Movimento de Resistência Islâmica, pois ceder uma parte da Palestina é negligenciar parte da fé islâmica. O nacionalismo do Movimento de Resistência Islâmica é parte da fé (islâmica). É à luz desse princípio que seus membros são educados e lutam a jihad (Guerra Santa) a fim de erguer a bandeira de Alá sobre a pátria.

"E Alá tem total controle sobre Seus feitos; mas muita gente não sabe." (Alcorão 12-21)

De tempos em tempos surge uma convocação de uma conferência internacional a fim de buscar uma solução para o problema (palestino). Alguns aceitam (a proposta), outros a rejeitam, por uma razão ou outra, exigindo o cumprimento de alguma condição ou de condições prévias antes da concordância com a conferência ou para dela participar. Entretanto, o Movimento de Resistência Islâmica - estando familiarizado com as partes intervenientes na conferência, e com suas posições no passado e no presente, em matérias que dizem respeito aos muçulmanos - não acredita que tais conferências possam satisfazer as suas demandas ou restaurar os direitos (dos palestinos), ou trazer benefício para os oprimidos. Tais conferências não passam de um meio para dar poder aos hereges para se instituírem como árbitros sobre terras muçulmanas, e quando foi que infiéis, hereges, tiveram posições equilibradas para com os fiéis observantes?.

"Os judeus nunca ficarão contentes, tampouco os cristãos, ao menos que se siga a religião deles. Dizei: 'A orientação de Alá é a orientação certa.' Mas se seguirdes os desejos deles, depois de saberdes quem foi que veio até vós, então não tereis a proteção e a guarda se Alá." (Alcorão 2- 120).

Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa).

Iniciativas de paz, propostas e conferências internacionais são perda de tempo e uma farsa. O povo palestino é muito importante para que se brinque com seu futuro, seus direitos e seu destino. Como consta do Hadith: "O povo de Al-Sha'm é o açoite (de Alá) na Sua terra. Por meio dele, Ele se vinga de quem Ele quer, dentre os Seus servos. Os hipócritas não podem ser superiores aos crentes, e devem morrer em desgraça e aflição." (registrado por Al-Tabarani, que se acha em linha com Maomé, e por Ahmad (Ibn Hanbal), que possui uma linha incompleta com Maomé, e que pode ser o registro mais preciso, podendo ser confiáveis, em ambos os casos, a transmissão das palavras do Profeta – Alá, por si, é onisciente).

Os Três Círculos

Art. 14 O problema da libertação da Palestina envolve três círculos: o círculo palestino, o círculo (pan-árabe) e o círculo islâmico. Cada um desses três círculos tem o seu papel na luta contra o sionismo e tem seus deveres. É um grave erro e uma vergonhosa ignorância descartar qualquer um dos círculos, porque a Palestina é uma terra islâmica. Nela se encontra a primeira das duas kiblas (a orientação da posição das rezas) e a terceira das mais sagradas mesquitas, depois das Mesquitas de Meca e de Medina. É o destino da jornada noturna do Profeta.

"Louvai a Ele que transportou seu servo, durante a noite, da mais sagrada mesquita para a mais distante mesquita, e cuja vizinhança Ele abençoou, a fim de mostrarmos a Ele os sinais de nossa presença. Ele é o único que tudo ouve e tudo vê." (Alcorão 17-1)

Diante desse fato, a libertação da palestina é uma obrigação pessoal de cada muçulmano, onde estiver. É nessas condições que se deve considerar o problema, e cada muçulmano deve compreende-lo. Quando o dia chegar, e o problema é tratado nessas bases, e toda a capacidade desses três círculos é mobilizada – as circunstâncias atuais serão modificadas e o dia da libertação estará próximo.

"Vós infligis mais medo nos corações dos judeus do que o próprio Alá, porque eles são pessoas que não entendem" (Alcorão 59-13).

A Jihad (guerra santa) para Libertação da Palestina é um Dever

Art. 15 No dia em que o inimigo conquista alguma parte da terra muçulmana, a jihad (guerra santa) passa a ser uma obrigação de cada muçulmano. Diante da ocupação da Palestina pelos judeus é necessário levantar a bandeira da jihad (guerra santa). Isso exige a propagação da consciência islâmica nas massas, localmente (na Palestina), no mundo árabe e no mundo islâmico. È necessário instilar o espírito da jihad (guerra santa) em toda a nação, reunir todas as fileiras dos combatentes da jihad (guerra santa) envolvendo os inimigos.

A campanha de indoutrinação deve envolver a ulama (o conselho dos sábios), educadores, professores e especialistas em comunicação e mídia, bem como os intelectuais, especialmente os jovens e os Sheiks dos movimentos islâmicos. Faz-se (também) necessário introduzir mudanças essenciais nos currículos, a fim de eliminar as influências da invasão intelectual infligida pelos orientalistas e missionários. Essa invasão foi introduzida na região depois que Salah Al-Din Al-Ayyubi derrotou as Cruzadas. As Cruzadas chegaram à conclusão de que era impossível eliminar os muçulmanos, a menos que o caminho tivesse sido pavimentado por uma invasão intelectual, que faria confundir o pensamento (dos muçulmanos), distorcer seu legado e impugnar seus ideais. Somente depois disso (da invasão intelectual) poderia seguir a invasão das tropas. Isso (a invasão intelectual) prepararia o terreno para a invasão colonialista, como (o General) Allemby declarou, depois de entrar em Jerusalém: "Agora as Cruzadas chegaram ao fim.". O General Gouraud disse diante do túmulo de Salah Al-Din Al-Ayyubi: "Oh!, Salah Al-Din, estamos de volta!". O colonialismo ajudou a intensificar a invasão intelectual, e ajudou-a a fincar raízes. E ainda o faz. Tudo isso pavimentou o caminho para a perda da Palestina.

É necessário colocar nas mentes de todas as gerações de muçulmanos que o problema da Palestina é um problema religioso, e que assim deve ser tratado, pois (a Palestina) contém lugares sagrados islâmicos, a mesquita de Al Aksa, que está inseparavelmente ligada, enquanto durarem o céu e a terra, à sagrada mesquita de Meca, devido á vigem noturna do Profeta (da mesquita de Meca à de Al Aksa), e a sua conseqüente ascensão ao céu.

"Colocar-se a serviço de Alá por um dia é melhor do que o mundo inteiro, com tudo que nele existe, e ter cada um de vós, combatentes da jihad, açoitados no Paraíso, é melhor do que o mundo inteiro com tudo que nele se encontra. Cada ato pela manhã e a cada ato à tarde, realizados pelos muçulmanos em prol de Alá é melhor do que o mundo inteiro com tudo o que nele se encontra." (registrado na coleção de Hadith de Bukhari, Muslim, Tirmidhi e Ibn Maja).

"Em Seu nome, que guarda a alma de Maomé em Suas mãos, quero me lançar no ataque em prol de Alá, e ser morto, para atacar de novo e ser morto, e atacar de novo e ser morto)" (Registrado na coleção de Hadith de Bukhari e Muslim).

Educando as Próximas Gerações

Art. 16 É necessário educar as próximas gerações, em nossa região, dentro dos caminhos islâmicos, com base no cumprimento das obrigações religiosas, com acurado estudo do Livro de Alá, estudar a sunna (os costumes) do Profeta, com a leitura atenta da história e legado islâmicos, mas baseados em fontes confiáveis, e submetidos às instruções de especialistas e entendidos, com metodologia competente que ensinem a visão global do pensamento e da fé. Ademais, é necessário um apurado estudo do inimigo, suas condições humanas, e capacidade de ação, para ficar familiarizado com suas fraquezas e seus poderes, para conhecer as forças que o ajudam e apóiam. Também é necessário ficar a par dos acontecimentos, acompanhar os novos desenvolvimentos e estudar as análises e comentários relativos ao inimigo. Também se faz necessário planejar para o futuro, estudando cada um e todos os fenômenos, de maneira que os muçulmanos que se dediquem à jihad (guerra santa) possam viver com completo e total conhecimento de seus fins e seus objetivos, e caminho a seguir, e com total conhecimento do que está ocorrendo em sua volta.

"Oh! Meu filho! Mesmo que (uma coisa) tenha o peso de um grão de mostarda, esteja sobre uma rocha, ou nos céus ou na terra, Alá a fará trazer diante de Sua presença. Alá é capaz de discernir a menor coisa, Ele é onisciente. Oh! Meu filho! Mantenha-te orando e aproveite o que é bom e proíba todo o mal, e mantenha-te nesse caminho, frente a qualquer circunstância que te possa abater; seguramente isso (o comportamento) vale manter com firmeza. Não vire a cara com desprezo ao teu povo; não ande com arrogância na terra. Alá não ama o arrogante e o presunçoso." (Alcorão, 31 – 16/18)

O Papel da Mulher Muçulmana

Art. 17 O papel da mulher muçulmana na Guerra da Libertação não é menos importante do que a do homem, porque ela é que faz o homem. O papel delas na orientação e educação da nova geração é muito importante. Os inimigos (entenderam) o papel dela, e pensam que, educando-a de acordo com as idéias deles, afastando-a do Islã, terão ganho a guerra. Vereis, portanto, que, continuadamente, desenvolvem grandes esforços (nesse sentido) pela mídia, no cinema, nos currículos escolares, por meio de seus agentes, incorporados em organizações sionistas, que assumem variados nomes, tais como Maçons Livres, Rotarys Clubes, grupos de espionagem, etc., todos sendo covis de sabotagem e sabotadores. Tais organizações sionistas dispõem de abundantes recursos materiais, que lhes permitem fazer o jogo delas nas mais variadas sociedades, com a finalidade de levar a cabo seus objetivos, enquanto o Islã ficar afastado (de sua fé).Os seguidores do Movimento Islâmico (10) devem fazer a sua parte, enfrentando os esquemas desses sabotadores. Quando o Islã estiver no leme, fará erradicar todas essas organizações, pois são hostis à humanidade e ao Islã.

Art. 18 A mulher no lar e na família jihadista, seja mãe ou irmã, tem a função principal de cuidar da casa, educando as crianças de acordo com as idéias morais e valores inspirados pelo Islã, ensinando-as a cumprir com os deveres religiosos na preparação para a jihad (guerra santa) que as espera. Assim, é necessária acurada atenção com as escolas nas quais as meninas muçulmanas são educadas, bem como sobre o currículo, de forma que elas cresçam, preparando-se para serem boas mães, conscientes do seu papel na guerra de libertação. As meninas devem receber adequados conhecimentos para compreenderem os cuidados com as tarefas domésticas; a economia e como evitar desperdícios nas despesas domésticas são requisitos para se capacitarem a um comportamento adequado nas atuais difíceis circunstâncias. As meninas devem ter consciência de que os recursos disponíveis são como o sangue que deve fluir somente nas veias, para que a vida continue, tanto na juventude com na velhice.

"Os homens e as mulheres muçulmanos, os homens e as mulheres crentes, os homens e as mulheres confiáveis, os homens e as mulheres que preservam as tradições, os homens e mulheres caridosas, os homens e mulheres que se mantêm firmes em seus caracteres, os homens e mulheres que mantêm a castidade, os homens e mulheres que lembram de Alá constantemente – para eles Alá concederá seu perdão e uma grande recompensa." (Alcorão 33 35).

O Papel da Arte Islâmica na Guerra de Libertação

Art. 19 A arte possui regras e padrões por meio das quais é possível determinar se é islâmica ou pagã. A libertação islâmica necessita da arte islâmica, que eleva o espírito sem destacar um aspecto da natureza humana frente a outro aspecto, mas, pelo contrário, eleva todos os aspectos em perfeito equilíbrio e harmonia. O homem é uma criatura maravilhosa e única, feito de um punhado de argila e do sopro do espírito. A arte islâmica vai ao encontro do homem nessas bases, enquanto a arte pagã destaca o corpo físico e dá predominância ao componente da argila.

Os livros, artigos, panfletos, sermões, epístolas, canções tradicionais, poemas, cantos patrióticos, peças, etc. – detendo as características da arte islâmica, são meios necessários para a doutrinação. Constituem uma auto-renovação do alento para a continuação da jornada, refrescando o espírito, pois a estrada é longa, o sofrimento é grande e alma acaba fatigada. A arte islâmica renova as energias, revive a emoção e desperta a alma para elevados ideais e condutas sadias.

Nada pode curar a alma se ela se retrai, vagando de um lado para outro.

Tudo isso é extremamente sério e não uma brincadeira, porque uma nação engajada numa jihad (guerra santa) não conhece brincadeiras.

Solidariedade Social

Art. 20 A sociedade muçulmana se caracteriza pela solidariedade. O Profeta, que as bênçãos e a paz de Alá estejam sobre ele, disse: "Abençoados sejam os da tribo de Banu Al-Ash'ar. Quando atingidos pela seca – tanto numa cidade ou na caminhada – reúnem tudo que têm e dividem entre si em partes iguais." Esse é o espírito islâmico que deve existir em cada sociedade islâmica. Uma sociedade que está enfrentando um inimigo perverso, com comportamento nazista, que não faz distinção entre homens e mulheres, entre velhos e jovens, tem maior necessidade de se comportar dentro desse espírito islâmico (de solidariedade). Nosso inimigo usa a punição coletiva, desapossando as pessoas de suas casas e posses. Ele persegue as pessoas até nos seus locais de exílio, quebrando os ossos, atirando nas mulheres, crianças e velhos, com ou sem motivo. O inimigo construiu campos de detenção para neles aprisionar milhares e milhares (de pessoas) em condições desumanas, tudo isso além de destruir as suas casas, tornar as crianças órfãs, e injustamente condenando jovens a despender os melhores anos de sua juventude em prisões escuras. O nazismo dos judeus é dirigido tanto contra mulheres como contra crianças. O terror que espalham é dirigido contra qualquer um. O inimigo combate as pessoas para destruir suas vidas, roubar seu dinheiro e esmagar a sua dignidade. Tratam as pessoas como os piores criminosos de guerra. A deportação dos respectivos lares é uma forma de assassinato. Diante de tal comportamento, devemos demonstrar solidariedade social entre nós, e devemos enfrentar o inimigo como um corpo unido, e que, quando um membro sofre os demais reagem despertos e fervorosamente.

Art. 21 Solidariedade social significa ajudar a todo necessitado, seja material ou moralmente, estando presente para completar um trabalho. Os membros do Movimento de Resistência Islâmica devem olhar os interesses das massas como os seus próprios, e não devem medir esforços para satisfaze-las e proteje-las. Devem evitar ser negligentes em matérias que afetem as futuras gerações ou que causem prejuízos à sociedade. As massas devem ser do interesse dos membros do Hamas e devem trabalhar por elas, porque o fortalecimento das massas é o fortalecimento do Hamas, o futuro delas é o futuro do Hamas. Os membros do Movimento de Resistência Islâmica devem estar com o povo nos momentos de alegria e na tristeza. Devem cuidar da demandas das massas e esforçarem-se para servir aos interesses das massas, que são os deles mesmo. Quando tal espírito está presente, a amizade se aprofunda, havendo conseqüentemente cooperação e empatia, a unidade aumentará e as fileiras serão reforçadas para enfrentar os inimigos.

As Forças que Apóiam o Inimigo

Art. 22 Os inimigos têm feito planejamento inteligente e cuidadoso, durante muito tempo, a fim de chegar ao ponto em que chegaram, com emprego de métodos que afetam o curso dos acontecimentos. Dedicam-se a acumular imensos recursos financeiros que empregam para realizar os sues sonhos.

Com dinheiro assumem o controle da mídia mundial – agências de notícias, jornais, editoras, serviços de radiodifusão, etc. Com dinheiro promovem revoluções em vários países mundo afora, para servir aos seus interesses e obter lucros. Estiveram por detrás da Revolução Francesa e da Revolução Comunista e se acham por detrás da maioria das revoluções de que ouvimos falar, de tempos em tempos, aqui e ali. Com dinheiro criaram organizações secretas, em todo o mundo, a fim de destruir as sociedades respectivas e servir aos interesses sionistas, organizações tais como os Maçons Livres, Rotary Clubes, Lions, os Filhos da Aliança (B'nei Brith), etc. Todas essas organizações servem para fazer espionagem e sabotagem. Com dinheiro foram capazes de assumir o controle dos países colonialistas, e os instigaram a colonizar muitos outros países, de forma a explorar os recursos de cada país e lá espalhar a corrupção moral.

Não há um fim para dizer tudo sobre o envolvimento do inimigo sionista em guerras localizadas e guerras mundiais. Estiveram por detrás da Primeira Guerra Mundial, por meio da qual obtiveram a destruição do Califado Islâmico, tiveram altos ganhos materiais, passaram a controlar numerosos recursos naturais, obtiveram a Declaração Balfour e criaram a Liga das Nações Unidas (assim no original), para poder governar o mundo por meio dessa Organização.

Estiveram, também, por detrás da Segunda Guerra Mundial, através da qual juntaram um tremendo lucro com o comércio de materiais de guerra e abriram o caminho para o estabelecimento do seu Estado. Os sionistas também propuseram a criação das Nações Unidas e o Conselho de Segurança em substituição da Liga das Nações Unidas (sic), para governar o mundo. Onde há uma guerra no mundo eles se encontram acionando os cordéis por detrás das cortinas. "Quando acendem o fogo da guerra, Alá o extingue. Eles se esforçam para espalhar o mal na terra, mas Alá não ama aqueles que praticam o mal" (Alcorão, 5 – 64).

As potências colonialistas, tanto do ocidente capitalista como do oriente comunista, apóiam o inimigo com toda a sua força, seja materialmente seja com mão de obra, alternando um ou outro. Quando o Islã aparece, todas as forças dos infiéis se unem em oposição, porque todos infiéis constituem uma só dominação.

"Oh! Vós que credes, não tomeis como amigos alguém fora se vossas fileiras, porque não medirão esforços para vos fazer o mal. Desejam aquilo que vos causai sofrimento. O ódio sai das suas bocas, mas o que escondem em seus corações é ainda pior. Nós vos apresentamos sinais bastante claros, se compreenderdes." (Alcorão, 3 – 118). Não é por acaso que esse versículo termina com Suas palavras "se compreenderdes".

Capítulo IV

Nosso Posicionamento

A – Os Movimentos Islâmicos

Art. 23 O Movimento de Resistência Islâmica vê, com todo respeito e apreço, os demais movimentos islâmicos, mesmo que tenha divergências com os mesmos em alguns aspectos e idéias, mas tem concordâncias com eles em muitos outros aspectos e idéias, e os consideram, enquanto suas intenções forem boas e forem devotos de Alá – como dentro do direito de legítima opinião, isto é, enquanto suas respectivas ações se situarem dentro do círculo islâmico. Todo aquele que se esforça em prol da verdade receberá sua recompensa.

O Movimento de Resistência Islâmica considera tais movimentos como um reforço, e suplica a Alá para guiar-nos e orientar-nos. Nunca esquece de, constantemente, levantar a bandeira da unidade e de se esforçar, permanentemente para alcançar a unidade de acordo com o Alcorão e a sunna. "Deveis vos manter firmemente agarrados á corda que Alá vos oferece, todos vós. Não vos dividais entre si, e lembrai-vos de que Alá ficará a vosso lado. Caso sejais inimigos uns dos outros, Ele juntará vossos corações, e por meio Dele vos tornareis irmãos. Vos encontráveis num grande incêndio e Ele vos salvou. Assim, Alá mostra Seus feitos, de forma que possais seguir o caminho correto." (Alcorão3 –103) (11)

Art. 24 O Movimento de Resistência Islâmica não permite que o nome de um indivíduo seja vetado ou ofendido, porque verdadeiros muçulmanos não vetam ou xingam os outros. Deve ser feita uma clara distinção entre isso e posições ou comportamentos, porque o Movimento de Resistência Islâmica deve ter o direito de expor erros e evitar que as pessoas os cometam, e se esforçar com afinco para tornar a verdade conhecida e adotada de forma imparcial em todas as situações. Os muçulmanos buscam a sabedoria, e a agarram onde a puderem encontrar. (12)

"Alá não gosta quando as pessoas falam mal uma das outras, e em público, exceto daqueles que tenham pecado. Alá tudo ouve e tudo sabe. Quando vós fazeis o bem, seja em público ou secretamente, ou perdoais algo de errado (que lhes fizeram), seguramente Alá vos estará perdoando, pois é Onipotente." (Alcorão 4 – 148/149)

B – Os Movimentos Nacionalistas na Arena Palestina

Art. 25 O Movimento de Resistência Islâmica respeita e aprecia as condições que envolvem e afetam os outros movimentos. Apóia a todos enquanto não prestam obediência ao Leste Comunista e aos Cruzados do Ocidente, e enfatiza a todos os seus (deles) membros e a todos que os apóiam, que o Movimento de Resistência Islâmica é um movimento ético jihadista, consciente em sua visão mundial e no tratamento com os outros movimentos. Abomina o oportunismo, deseja somente o bem para as pessoas, enquanto indivíduos ou grupos, e não se dedica a obter lucros materiais ou fama para si. Não busca a recompensa das pessoas, e segue em frente com seus próprios recursos e com o que tem em mão. "Juntais contra eles todas as forças que podeis." (Alcorão, 8:60), a fim de levardes adiante vossos deveres e que conquistais a graça de Alá. O Movimento de Resistência Islâmica não tem outro escopo senão este.

E reafirma a todos os grupos nacionalistas, de todas as orientações, operando na Palestina, de que não deve ocorrer outra coisa senão o apoio e a ajuda para todos eles, com palavras e ações, no presente e no futuro. Reúne a todos e não busca a separação, preserva a unidade e não a dispersão, une e não divide, valoriza cada palavra, cada esforço sincero e cada palavra de louvor pelo esforço. Fecha as portas diante dos desentendimentos. Não dá atenção a boatos e observações tendenciosas, mas reserva-se o direto de se defender.

Tudo que se oponha ou contradiz a essa orientação é fabricado pelo inimigo ou por seus lacaios a fim de provocar confusão, dividir as fileiras e provocar distração com assuntos laterais. "Oh! Vós que credes, se um mal intencionado lhe traz informação (sobre alguém), deveis examiná-la cuidadosamente, para não atingir pessoas (inocentes), devido a ignorância, para depois vos arrependerdes." (Alcorão 49 – 6)

Art. 26 O Movimento de Resistência Islâmica – observando favoravelmente, como o faz, os movimentos nacionalistas palestinos, não se furta de discutir os novos desenvolvimentos a respeito do problema da Palestina, no local ou na arena internacional, de maneira objetiva, para ver em que extensão (tais desenvolvimentos) se coadunam, ou não, aos interesses da causa segundo a visão islâmica.

C – A Organização para a Libertação da Palestina

Art. 27 A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) está junto do coração do Movimento de Resistência Islâmica, como um pai, um irmão ou amigo, e um verdadeiro muçulmano não deve repelir seu pai, seu irmão ou seu amigo. Nossa pátria é um só, nosso infortúnio é um só, nosso destino é um só e enfrentamos o mesmo inimigo.

Devido às circunstâncias que conduziram à criação da OLP, e (devido) à confusão intelectual que imperava no mundo árabe, como resultado da invasão intelectual que estava sendo feita desde a derrota das Cruzadas, e que passou a ser intensificada, e continua a ser intensificada, pelas atividades de orientalistas e missionários cristãos – a OLP decidiu adotar a idéia de um Estado Secular, e, assim, vemos a OLP. A ideologia secularista se acha em total contradição com a ideologia religiosa, e são as idéias que são as bases das posições, condutas e decisões.

Assim, com todo o nosso apreço pela Organização para a Libertação da Palestina, e o que ela posa vir a se tornar, e sem desprezar o seu papel no conflito árabe-israelí, não podemos eliminar a identidade islâmica da Palestina, que é parte da nossa fé, e quem negligencia essa fé está perdido. "Quem rejeita a religião de Abrahão é alguém que ficou um tolo". (Alcorão 2-130).

Quando a OLP adotar o Islã como seu meio de vida, então seremos as suas tropas e o combustível para o seu fogo que consumirá o inimigo. Mas, até que essa ocasião chegue – e rezamos para que ele não demore – a posição do Movimento de Resistência Islâmica vis a vis a OLP é de um filho para com um pai, de um irmão para com seu irmão, ou de um parente para com seus parentes. Compartilha dos sofrimentos do outro quando é atingido por uma tormenta, e o apóia diante do inimigo, e faz votos que encontre a orientação divina e siga o caminho certo.

Vosso irmão, vosso irmão antes dos outros!
Quem não tem um irmão é igual a alguém que vai para a guerra sem uma arma.
Vosso primo, deveis conhecer a força de suas asas.
Por que, como pode um falcão levantar vôo sem asas? (13).

D – Estados e Governos Árabes e Islâmicos

Art. 28 A invasão sionista é uma invasão cruel que não possui quaisquer escrúpulos e utiliza métodos viciados e vilãos para atingir seus objetivos. Nas suas operações de espionagem e infiltração, se apóia em organizações secretas, que cresceram fora do seu âmbito, tais como os Maçons Livres, Rotary Clubes, Lions e outros grupos de espionagem do mesmo tipo. Todas essas organizações, secretas ou abertas, operam pelos interesses do sionismo e sob sua direção, e suas finalidades consistem em enfraquecer as sociedades, minar seus valores, destruir a honra das pessoas, introduzir a degradação moral e aniquilar o Islã. O sionismo se encontra por detrás de todo tipo de tráfico de drogas e do álcool, para facilitar o seu controle e sua expansão.

Exigimos que os países árabes em torno de Israel abram as suas fronteiras aos árabes e muçulmanos combatentes da Jihad, a fim de cumprirem sua parte, juntando suas forças às forças dos seus irmãos – a Fraternidade Muçulmana na Palestina. Dos demais países árabes e muçulmanos, exigimos que, no mínimo, facilitem a passagem através de seus territórios dos combatentes da Jihad.

Não podemos deixar de lembrar a cada muçulmano que, quando os judeus ocuparam o Lugar Sagrado (i.e – Jerusalém), em 1967, e se postaram diante da abençoada Mesquita de Al-Aksa, gritaram: "Maomé está morto, sua descendência é de mulheres". Com isso, Israel, com sua identidade judaica e o povo judeu estão desafiando o Islã e os muçulmanos. Que a covardia não conheça descanso.

E – Grupos Nacionalistas e Religiosos, Intelectuais e o Mundo Árabe e Muçulmano

Art. 29 O Movimento de Resistência Islâmica espera que tais grupos estejam sempre prontos para ajudar, mas, em qualquer circunstância, lhes dará ajuda, apoiará seus posicionamentos, dará suporte às atividades deles e terá todo empenho na busca de apoio para eles, de forma que cada cidadão muçulmano seja uma reserva de apoio e reforço para o Movimento, e que disponibilizem profundo apoio estratégico em termos de recursos humanos e materiais e em informação, a qualquer tempo e em qualquer lugar. Deve ser atingido por meio de conferências, panfletos ideológicos e pela doutrinação das massas com relação ao problema palestino – o que estão enfrentando e o que é plantado contra eles. Da mesma forma devem tais grupos trabalhar para mobilizar cada muçulmano ideologicamente, educacionalmente e culturalmente, de modo a que tenha o seu papel na decisiva guerra de libertação, assim como tiveram participação importante na derrota das Cruzadas, na expulsão dos mongóis, salvando, assim, a civilização humana. Isso não é difícil para Alá.

"Alá disse: 'EU e Meu Mensageiro acabaremos prevalecendo.' Alá é forte e todo-poderoso" (Alcorão, 58-21).

Art. 30 Escritores, intelectuais, profissionais da mídia, pregadores nas mesquitas, educadores e todos os demais setores do mundo árabe e islâmico são convocados a desempenhar seu papel e a cumprir com seu dever. (Isto é necessário) Devido à ferocidade do assalto sionista e devido ao fato de ter-se infiltrado em muitos países, e assumido o controle das finanças e da mídia – com todas as ramificações que daí decorrem – na maioria dos países do mundo.

A jihad não se limita a pegar em armas e combater o inimigo cara a cara, pois palavras eloqüentes, escritos que persuadem, livros que efetivamente cumprem com sua finalidade, o apoio e a ajuda – tudo leva a desempenhar a sincera intenção de levantar a bandeira de Alá e faze-la reinar suprema – tudo isso é a jihad em prol de Alá.

(O Profeta disse: "Quem prepara um guerreiro com todas as armas para lutar por Alá é (também) um guerreiro, e quem dá apoio à família de um guerreiro (que saiu para combater por Alá) é, também, um guerreiro." (registrado por Bukhari, Muslim, Abu Da'ud e Tirmidhi na suas coleções de Hadith).

F – Fiéis de Outras Religiões

O Movimento de Resistência Islâmica é um Movimento Humano

Art. 31 O Movimento de Resistência Islâmica é um Movimento humano que respeita os direitos humanos e se acha comprometido com a tolerância islâmica para com os seguidores de outras religiões. Mostra-se hostil apenas para com aqueles seguidores de outras religiões que fazem hostilidades para com o Movimento, ou que se colocam em seu caminho, impedindo suas atividades e prejudicando os seus esforços. Sob as asas do Islã, os seguidores das três religiões – Islã, Cristianismo e Judaísmo – podem coexistir em segurança e a salvo. Somente sob o manto do Islã é que a salvaguarda e a segurança imperam. A história antiga e a recente dão provas disso. Os seguidores de outras religiões devem parar de competir com o Islã pela soberania nesta região, porque quando eles governam, ocorrem atos de assassinatos, torturas e deportações, e não permitem que outras religiões possam ter seu curso. Tanto o presente como o passado estão cheios de provas disso.

"Não vos dão combate, a não ser de dentro de vilas fortificadas, ou por detrás dos muros. Eles lutam ferozmente uns com os outros. Vós os considerais unidos, mas os corações deles estão divididos, pois são um povo sem sentido". (Alcorão, 59-14).

O Islã está de acordo com os direitos de cada pessoa, e evita qualquer infração aos direitos de outras pessoas. As medidas que os sionistas-nazistas adotam contra o nosso povo não vão conseguir prolongar a duração da sua invasão, porque o governo da injustiça não dura uma hora sequer, enquanto o governo da verdade dura até a Hora da Ressurreição.

"Alá não vos proíbe de demonstrardes bondade e que agis com justiça para com aqueles que não vos combatem por conta de vossa religião, e não vos retirais das casas deles. Alá ama quem age com justiça". (Alcorão, 60-8).

G – As Tentativas para Isolar o Povo Palestino

Art. 32 O sionismo mundial e as potências colonialistas, por meio de manobras espertas e meticuloso planejamento, tentam afastar os países árabes, um a um, do círculo do conflito com o sionismo, a fim de, finalmente, conseguir isolar o povo palestino. Já levaram o Egito para fora do círculo do conflito, em grande parte através do traidor Acordo de Camp David (de setembro de 1978), e está tentando arrastar outros países árabes para acordos semelhantes, de forma a ficarem fora do círculo do conflito.

O Movimento de Resistência Islâmica convoca todos os povos árabes e muçulmanos a lutarem seriamente e diligentemente a fim de prevenir esse terrível esquema, bem alerta as massas dos perigos inerentes à exclusão do círculo do conflito com o sionismo. Hoje é a Palestina, e amanhã será algum outro país ou países, pois o plano sionista não tem limites, e depois da Palestina pretenderão se expandir do Nilo até o Eufrates, e quando terminarem de devorar uma área, estará famintos para novas expansões, e assim por diante, indefinidamente. O plano deles está exposto nos Protocolos dos Sábios de Sião, e o comportamento deles no presente, é a melhor prova daquilo que lá está dito. Deixar o círculo do conflito com o sionismo é um ato de alta traição; todos os que o fazem devem ser amaldiçoados. "Quem (quando combatendo os infiéis) vira as costas para eles, ao menos que seja uma manobra de batalha, ou para se juntar a outra companhia, incorre na ira de Alá, e sua morada deverá ser o inferno. Seu destino será do maior infortúnio." (Alcorão, 8:16)

Todas as forças e toda capacidade disponível devem ser reunidas para enfrentar os ferozes ataques dos mongóis, nazistas, para impedir que a pátria seja perdida, o povo exilado, o mal espalhado sobre a terra e todos os valores religiosos sejam destruídos. Cada qual e todas as pessoas devem saber que são responsáveis perante Alá.

"Cada qual que faz um peso mínimo de um grão de bem que seja, o verá; e cada qual que faz um peso mínimo de um grão de mal, deverá vê-lo." (Alcorão, 99: 7-8).

No círculo do conflito contra o mundo sionista, o Movimento de Resistência Islâmica se vê como ponta de lança ou como um passo à frente no caminho da vitória. Junta suas forças às forças de todos que se encontram atuando na arena palestina. Aguarda agora pelos passos a serem tomados pelo mundo árabe e islâmico. O Movimento de Resistência Islâmica se acha muito bem qualificado para o próximo estágio da luta contra os judeus, os instigadores das guerras.

"Planejamos a inimizade e ódio entre eles (isto é, entre os judeus), até o Dia da Ressurreição. Toda vez que eles acendem o fogo da guerra, Alá o extingue. Eles procuram espalhar o mal sobre a terra, e Alá detesta quem faz o mal." (Alcorão, 5:64)

Art. 33 O Movimento de Resistência Islâmica – partindo de tais conceitos gerais, que se acham de acordo e em harmonia com as leis da natureza, e seguindo a corrente do destino divino para confrontação com os inimigos e a Jihad contra eles, em defesa dos muçulmanos, da civilização islâmica e dos santuários islâmicos, sendo a Mesquita de Al-Aksa a primeira – conclama os povos árabes e islâmicos e seus governos, e suas ONGs e organizações oficiais, para respeitar a Alá em suas atitudes para com o Movimento de Resistência Islâmica e no seu tratamento para com ele. Devem agir para com o Movimento de Resistência Islâmica da forma como Alá deseja, especialmente apoiando-o, mantendo-o, ajudando-o e continuamente reforçando-o, até que a palavra de Alá seja cumprida. Então, todas as fileiras estarão unidas, os combatentes da Jihad se juntarão aos outros combatentes da Jihad, e as massas em todo o mundo islâmico acorrerão e responderão ao chamado pelo cumprimento do dever, gritando: "Apressemo-nos para a Jihad". Essa conclamação penetrará nas nuvens do céu e continuará a soar até que a libertação seja atingida, os invasores derrotados e a vitória de Alá seja vista.

"Alá com certeza ajuda quem O ajuda; Alá é forte e poderoso." (Alcorão, 22:40)

Capítulo V

As Provas Históricas Através das Gerações, com Vistas ao Enfrentamento dos Agressores

Art. 34 A Palestina é o centro da Terra e o ponto de encontro dos continentes; sempre foi o alvo dos agressores gananciosos. Assim ocorreu desde os primórdios da história. O Profeta, que receba a graça e a paz de Alá, assinalou esse fato em suas nobres palavras com as quais se dirigiu ao exaltado companheiro, Um'adh Jabal, dizendo: "Oh! Um'adh, Alá lhe concederá as Terras de Al-Sha'm após minha morte, que vai de Al-'Arish ao Eufrates. Seus homens, mulheres e o produto do trabalho de suas mãos ficarão permanentemente nessas terras até o Dia da Ressurreição, para todos aqueles que tenham escolhido viver em alguma parte da planície costeira de Al-Sha'm ou Bayt Al-Makdis (Palestina), que se encontrará em permanente estado de Jihad, até o Dia da Ressurreição."

Os agressores cobiçaram a Palestina em muitas ocasiões. Foi atacada com grandes exércitos tentando realizar suas gananciosas aspirações. Grandes exércitos das Cruzadas vieram aqui, trazendo seu credo religioso e fincando suas cruzes. Conseguiram derrotar os muçulmanos por um certo tempo, e os muçulmanos só conseguiram reconquistar a região quando lutaram sob a bandeira de sua própria religião, juntando as forças e gritando "Alá Akbar", e se empenharam na Jihad sob o comando de Salah Al-Din Al-Ayyubi, por cerca de duas décadas, o que os conduziu a uma vitória retumbante: os Cruzados foram derrotados e a Palestina foi libertada.

"Dizeis aos que não crêem: Sereis, sem dúvida, derrotados e reunidos no Inferno. O vosso lugar de descanso será o mais terrível." (Alcorão, 3:12)

Trata-se da única forma de libertação, e ninguém pode duvidar do testemunho da história. Trata-se de uma das leis do universo e leis da realidade. Somente o ferro pode romper o ferro, e a falsa e fabricada fé dos inimigos somente pode ser vencida pela fé verdadeira do Islã, porque a verdadeira fé religiosa não pode ser atacada senão pela fé religiosa. E a verdade deverá triunfar porque a verdade é mais forte.

"Já demos Nossa Palavra para Nossos servos, os mensageiros, e que serão ajudados até a vitória e que o Nosso exército acabará triunfando." (Alcorão, 37: 171 – 173)

Art. 35 O Movimento de Resistência Islâmica estuda a derrota das Cruzadas nas mãos de Salah Al-Din Al-Ayyubi, a conseqüente libertação da Palestina, bem como a derrota dos Mongóis em Ayn Jalut e a destruição de sua força militar nas mãos de Qutuz e Al-Zahir Baybars, livrando o mundo árabe da conquista dos mongóis, que destruiu todos os aspectos da civilização humana. (14). [O Movimento de Resistência Islâmica] estuda esses acontecimentos seriamente e extrai deles lições e exemplos. A atual invasão sionista foi precedida pela invasão das Cruzadas do Ocidente e pela invasão mongol do oriente. Se os muçulmanos enfrentaram essas invasões, planejaram combatê-las e as derrotaram, podem (agora) confrontar a invasão sionista e derrotá-la. Tal não é difícil para Alá, desde que as intenções sejam sinceras e a decisão seja forte, e os muçulmanos extraiam as boas coisas da experiência do passado, contenham as influências da invasão intelectual e sigam os caminhos dos seus predecessores.

CONCLUSÃO: Os Soldados (pela causa) do Movimento de Resistência Islâmica

Art. 36 O Movimento de Resistência Islâmica, em sua marcha à frente, insiste em enfatizar a todos do nosso povo, e dos povos árabes e muçulmanos, de que não busca fama para si próprio, ou ganhos materiais, ou status social, e de que não se dirige contra quem quer que seja do nosso povo, a fim de competir com alguém ou tomar-lhe o lugar – nada desse teor. Não se opõe a qualquer muçulmano, ou a quaisquer não-muçulmanos que tenham intenções pacíficas para com o nosso povo, aqui, (na Palestina) ou em qualquer lugar. Sempre oferecerá nada mais do que ajuda a todos os grupos e organizações que lutam contra o inimigo sionista e seus lacaios.

O Movimento de Resistência Islâmica adota o Islã como seu modo de vida. (O Islã) é seu credo e sua lei. (Qualquer grupo que) adotando o Islã como seu modo de vida, aqui ou onde for – seja uma organização, uma associação, estado ou qualquer outro grupo – o Movimento de Resistência Islâmica o servirá como seu soldado. Pedimos a Alá que nos guie, que guie (os outros) por nosso intermédio, e que faça o julgamento entre nós e nosso povo com a verdade "Oh, Senhor, julgai entre nós e nosso povo com a verdade. Sois o melhor dos juízes." (Alcorão 7:89).

No fim, suplicamos: Louvado seja Alá, Senhor do Universo.

Palestina, 1º de Muharram de 1409 AH/ 18 DE AGOSTO DE 1988

Tradução: Organização Sionista do Brasil

Notas da tradução (trechos explicativos entre parentes foram acrescentados ao texto):

  1. Islamonline, http://www.islamonline.net/Arabic/doc/2004/03/article11.SHTML
  2. Hasan Al-Banna (1906-1949) fundou a Fraternidade Muçulmana em 1928, e foi seu diretor-geral até o seu assassinato em 1949.
  3. Amjad Al-Zahawi foi um acadêmico religioso sunita iraquiano, filiado ao Movimento de Resistência Islâmica, e atuante em várias iniciativas em apoio da causa palestina.
  4. Hamas, em árabe, é o acrônimo de Movimento de Resistência Islâmica (harakat al-muqawam al-islamiyya); é também uma palavra árabe significando entusiasmo, ardor ou zelo.
  5. Devido à importância do conceito de jihad na ideologia do Hamas, este termo figura assim onde aparece no texto.
  6. Os versos de Muhammad Iqbal (1873-1938), um poeta e pensador religioso muçulmano hindu, é freqüentemente citado tanto por reformistas como conservadores muçulmanos, em apoio às suas respectivas orientações, embora opostas.
  7. Trata-se de verso freqüentemente citado do famoso poeta pré-islâmico Tarafa.
  8. Nos escritos islâmicos medievais, Al-Sha'm se refere, grosseiramente, a toda uma área que corresponde presentemente a Israel, Palestina, Líbano, Jordânia e Síria.
  9. A palavra "nacionalismo" aqui, neste documento, é usada como equivalente ao termo wataniyya, que deriva da palavra árabe watan (pátria), e no discurso árabe moderno significa nacionalismo territorial particularizado, em contraposição a qawmiyya, que também significa nacionalismo, mas é usada para se referir ao nacionalismo pan-árabe.
  10. A expressão "os seguidores dos movimentos islâmicos" é usada aqui para traduzir a palavra árabe al-islamiyyum.
  11. No texto original árabe, esse verso consta, erradamente, como 3:102
  12. Trata-se de um Hadith muito conhecido (isto é, um ditado atribuído ao Profeta)
  13. Tratam-se de dois versos muito citados do poeta do Século VII, Miskin al-Darimi
  14. Saif Al-Din Qutuz ( - 1260) foi o Sultão mameluco do Egito, de 1257 até sua morte. Em 1260, o comandante de seu exército, Al-Zahir Baybars (1223-1277) derrotou os mongóis na batalha de Ain-Jalut.
  
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Indução à guerra no islam

164 versos de Jihad no Alcorão

Compilado por Yoel Natan

1. Introdução

A. O critério para a seleção de versos de Jihad

Cada um dos 164 versos Jihadistas nesta lista foi selecionado com base na clareza e direta referência à Jihad, pelo menos quando considerado em seu contexto imediato. A maioria das passagens listadas menciona uma expedição militar, luta ou distribuição de espólios de guerra. Versos NÃO listados aqui são os que falam de aspectos da Jihad que não são os de incursões, batalhas ou pilhagem, tais como:

·         A Pobre opinião de Mohamed a respeito daqueles que não vão à Jihad, mesmo que sejam física e financeiramente capazes (por exemplo, alguns versos no Alcorão 9:81-96)

·         As recompensas celestiais para os Jihadistas, e

·         As muitas menções genéricas de “vitória” encontradas no Alcorão.

Tais versos omitidos podem ser prontamente encontrados muito próximos aos versos de Jihad listados abaixo, no Alcorão.

B. Temas relacionados

Ab-rogação é um tópico recorrente sempre que um verso do Alcorão é discutido. Como regra, versos mais novos a respeito da Guerra Santa, como os Versos da Espada (9:05), ab-rogam versos mais antigos que aconselham tolerância e paz, como 2:256. O Verso da Espada é apenas um dentre os 164 versos de Jihad listados abaixo. Isso mostra que não muitos, se houver algum, dos versos de Guerra Santa nesta lista foram ab-rogados.

A lista dá os versos na ordem em que eles aparecem no Alcorão, então não estão na ordem cronológica de sua criação. Para obter um mais profundo entendimento dos versos, pode-se estudar estes versos em ordem cronológica e também se consultar artigos e comentários a respeito do contexto histórico. Um bom lugar para começar é no artigo do Ver. Richard P. Bailey, “Jihad: The Teaching of Islam From Its Primary Sources – The Quran and Hadith”, (em Inglês) http://www.answering-islam.org/Bailey/jihad.html

II. Lista Horizontal de Versos

Em formato de texto corrido. (Números em negrito indicam o capítulo; os números que seguem são os versos do capítulo dado)

Os 164 versos de Jihad no Alcorão: 002:178-179, 190-191, 193-194, 216-218, 244; 003:121-126, 140-143, 146, 152-158, 165-167,169, 172-173, 195;004:071-072, 074-077, 084, 089-091, 094-095,100-104; 005:033, 035, 082; 008:001, 005, 007, 009-010, 012, 015-017, 039-048,057-060, 065-075;009:005, 012-014, 016, 019-020, 024-026, 029,036, 038-039, 041, 044, 052, 073, 081, 083,086, 088, 092, 111, 120, 122-123; 016:110; 022:039, 058, 078; 024:053, 055; 025:052; 029:006, 069; 033:015, 018, 020, 023, 025-027, 050; 042:039; 047:004, 020, 035; 048:015-024; 049:015; 059:002, 005-008, 014; 060:009; 061:004, 011, 013; 063:004; 064:014; 066:009; 073:020; 076:008

Em formato de tabela

Os 164 versos de Jihad do Alcorão

Capítulo

Verso

Qtd. De versos na Sura

Soma Total

002

178-179, 190-191, 193-194, 216-218, 244

10

10

003

121-126, 140-143, 146, 152-158, 165-167, 169, 172-173, 195

25

35

004

071-072, 074-077, 084, 089-091, 094-095, 100-104, 144

18

53

005

033, 035, 082

3

56

008

001, 005, 007, 009-010, 012, 015-017, 039-048, 057-060, 065-075

34

90

009

005, 012-014, 016, 019-020, 024-026, 029, 036, 038-039, 041, 044, 052, 073, 081, 083, 086, 088, 092, 111, 120, 122-123

27

117

016

110

1

118

022

039, 058, 078

3

121

024

053, 055

2

123

025

052

1

124

029

006, 069

2

126

033

015, 018, 020, 023, 025-027, 050

8

134

042

039

1

135

047

004, 020, 035

3

138

048

015-024

10

148

049

015

1

149

059

002, 005-008, 014

6

155

060

009

1

156

061

004, 011, 013

3

159

063

004

1

160

064

014

1

161

066

009

1

162

073

020

1

163

076

008

1

164

III. Lista Vertical de Versos 

Os 164 Versos de Jihad do Alcorão

1

2:178

26

3:156

51

4:103

76

8:57

101

09:029

126

29:69

151

59:05

2

2:179

27

3:157

52

4:104

77

8:58

102

09:036

127

33:15

152

59:06

3

2:190

28

3:158

53

4:141

78

8:59

103

09:038

128

33:18

153

59:07

4

2:191

29

3:165

54

5:033

79

8:60

104

09:039

129

33:20

154

59:08

5

2:193

30

3:166

55

5:035

80

8:65

105

09:041

130

33:23

155

59:14

6

2:194

31

3:167

56

5:082

81

8:66

106

09:044

131

33:25

156

60:09

7

2:216

32

3:169

57

8:001

82

8:67

107

09:052

132

33:26

157

61:04

8

2:217

33

3:172

58

8:005

83

8:68

108

09:073

133

33:27

158

61:11

9

2:218

34

3:173

59

8:007

84

8:69

109

09:081

134

33:50

159

61:13

10

2:244

35

3:195

60

8:009

85

8:70

110

09:083

135

42:39

160

63:04

11

3:121

36

4:071

61

8:010

86

8:71

111

09:086

136

47:04

161

64:14

12

3:122

37

4:072

62

8:012

87

8:72

112

09:088

137

47:20

162

66:09

13

3:123

38

4:074

63

8:015

88

8:73

113

09:092

138

47:35

163

73:20

14

3:124

39

4:075

64

8:016

89

8:74

114

09:111

139

48:15

164

76:08

15

3:125

40

4:076

65

8:017

90

8:75

115

09:120

140

48:16

 

 

16

3:126

41

4:077

66

8:039

91

9:05

116

09:122

141

48:17

 

 

17

3:140

42

4:084

67

8:040

92

9:12

117

09:123

142

48:18

 

 

18

3:141

43

4:089

68

8:041

93

9:13

118

16:110

143

48:19

 

 

19

3:142

44

4:090

69

8:042

94

9:14

119

22:039

144

48:20

 

 

20

3:143

45

4:091

70

8:043

95

9:16

120

22:058

145

48:21

 

 

21

3:146

46

4:094

71

8:044

96

9:19

121

22:078

146

48:22

 

 

22

3:152

47

4:095

72

8:045

97

9:20

122

24:053

147

48:23

 

 

23

3:153

48

4:100

73

8:046

98

9:24

123

24:055

148

48:24

 

 

24

3:154

49

4:101

74

8:047

99

9:25

124

25:052

149

49:15

 

 

25

3:155

50

4:102

75

8:048

100

9:26

125

29:006

150

59:02

 

 

IV. Excertos de Versos

Os 164 Versos de Jihad do Alcorão

Excerto de 2:178-179 
Grupo 1, Contagem 1+2

[2.178]... está-vos preceituado o talião para o homicídio... [2.179] ... Tendes, no talião, a segurança da vida, ó sensatos, para que vos refreeis.

Excerto de 2:190-191 
Grupo 2, Contagem 3+4

[2.190] ... Combatei, pela causa de Deus, aqueles que vos combatem...[2.191] Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.

Excerto de 2:193-194 
Grupo 3, Contagem 5+6

[193]... E combatei-os ...[194]... A quem vos agredir, rechaçai-o, da mesma forma...

Excerto de 2:216-218 
Grupo 4, Contagem 7-9

[2.216] Está-vos prescrita a luta...[2.217]... A luta durante este mês é um grave pecado; porém, desviar os fiéis da senda de Deus, negá-Lo, privar os demais da Mesquita Sagrada e expulsar dela (Makka) os seus habitantes é mais grave ainda, aos olhos de Deus, porque a perseguição é pior do que o homicídio. [2.218]... ombateram pela causa de Deus...

Excerto de 2:244 
Grupo 5, Contagem 10

... Combatei pela causa de Deus.

Excerto de 3:121-126 
Grupo 6, Contagem 11-16

[3.121]... assinalar aos fiéis a sua posição no campo de batalha...[3.122] quando dois grupos dos teus pensaram em acovardar-se [de lutar a Jihad]...[3.123]... Sem dúvida que Deus vos socorreu, em Badr...[3.124]...[3.125] Sim! Se fordes perseverantes, temerdes a Deus, e se vos atacarem imediatamente, vosso Senhor vos socorrerá, com cinco mil anjos bem treinados. [3.126] ... Sabei que o socorro só emana de Deus...

Excerto de 3:140-143 
Grupo 7, Contagem 17-20

[3.140] Quando receberdes algum ferimento, sabei que os outros já sofreram ferimento semelhante. E tais dias ( de infortúnio) são alternados, entre os humanos, para que Deus Se assegure dos fiéis e escolha, dentre vós, os mártires...[3.141] ... E (assim faz) Deus para purificar os fiéis e aniquilar os incrédulos. [3.142] Pretendeis, acaso, entrar no Paraíso, sem que Deus Se assegure daqueles, dentre vós, que combatem e são perseverantes? [3.143] Aneláveis a morte antes de vos terdes deparado com ela. Viste-la, então, como os vossos próprios olhos!

Excerto de 3:146 
Grupo 8, Contagem 21

Quantos profetas e, com eles, quantos grupos lutaram [Jihad]pela causa de Deus, sem desanimarem com o que lhes aconteceu; não se acovardaram, nem se renderam! Deus aprecia os perseverantes [na Jihad].

Excerto de 3:152-158 
Grupo 9, Contagem 22-28

[3.152]... com a Sua anuência, aniquilastes os incrédulos ...[3.153] o Mensageiro ia pela retaguarda, incitando-vos ao combate... [3.154]... Se houvéssemos tido escolha, não teríamos sido chacinados. Dize-lhes: Sabei que, mesmo que tivésseis permanecido nas vossas casas, certamente, àqueles dentre vós, aos quais estava decretada a morte, esta apareceria, no local de sua morte... [3.155] Aqueles que desertaram, no dia do encontro dos dois grupos, foram seduzidos por Satanás...[3.156] Ó fiéis, não sejais como os incrédulos, que dizem de seus irmãos, quando estes viajam pela terra ou quando estão em combate: Se tivessem ficado conosco, não teriam morrido, nem sido assassinados!...[3.157]... Mas, se morrerdes ou fordes assassinados pela causa de Deus, sabei que a Sua indulgência e a Sua clemência são preferíveis a tudo quando possam acumular. [3.158] …E sabei que, tanto se morrerdes, como ser fordes assassinados, sereis congregados ante Deus..

Excerto de 3:165-167 
Grupo 10, Contagem 29-31

[3.165]... Qual! Ando sofreis um revés do adversário, embora inflijais outro duas vezes maior [durante a Jihad]...[3.166]... no dia do encontro das duas hostes ([a Batalha de Uhud)...[3.167]... Vinde lutar pela causa de Deus, ou defender-vos.... Se soubéssemos combater, seguir-vos-íamos!...

Excerto de 3:169 
Grupo 11, Contagem 32

E não creiais que aqueles que sucumbiram pela causa de Deus estejam mortos; ao contrário, vivem, agraciados, ao lado do seu Senhor [ou seja, agraciados com suas 72 virgens no Paraíso];

Excerto de 3:172-173 
Grupo 12, Contagem 33+34

[3.172] ... mesmo feridos, atendem a Deus e ao Mensageiro. Para os benfeitores e tementes, dentre eles, haverá uma magnífica recompensa. [3.173] São aqueles aos quais foi dito: Os inimigos concentraram-se contra vós; temei-os! Isso aumentou-lhes a fé e disseram: Deus nos é suficiente. Que excelente Guardião!

Excerto de 3:195 
Grupo 13, Contagem 35

... àqueles que foram expulsos... e sofreram pela Minha causa... introduzirei em jardins, abaixo dos quais corres os rios, como recompensa de Deus. Sabei que Deus possui a melhor das recompensas.

Excerto de 4:071-072 
Grupo 14, Contagem 36+37

[4.71] ... avançai por destacamentos, ou avançai em massa [para a guerra]. [4.72] ... há alguns retardatários [da Jihad] ... não estarmos presentes [na Jihad].

Excerto de 4:074-077 
Grupo 15, Contagem 38-41

[4.74] Que combatam pela causa de Deus aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Deus, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa. [4.75] ... combater pela causa de Deus... [4.76] OS fiéis combatem pela causa de Deus; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás... [4.77] ... Mas quando lhes foi prescrita a luta... Ó Senhor nosso, por que nos prescreves a luta?...

Excerto de 4:084 
Grupo 16, Contagem 42

Luta, pois, pela causa de Deuse esforça-te em estimular os fiéis... quisesse Deus, conteria a fúria dos incrédulos...

Excerto de 4:089-091 
Grupo 17, Contagem 43-45

[4.89] ... Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado... e se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis... [4.90] Deus não vos faculta combatê-los. [Parece que Allah não permite que lutem contra povos amigos de Muçulmanos]. [4.91]... capturai-os e matai-os, onde quer que os acheis...

Excerto de 4:094-095 
Grupo 18, Contagem 46+47

[4.94]... quando viajardes pela causa de Deus... [4.95] ... àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Deus; Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem (em suas casas). [i.e. aos Jihadistas]

Excerto de 4:100-104 
Grupo 19, Contagem 48-52

... quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Deus e de Seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa caberá à Deus...[4.101] não sereis recriminados por abreviardes as orações, temendo que vos ataquem os incrédulos; em verdade, eles são vossos inimigos declarados. [4.102que uma parte deles tome de suas armas e a pratique contigo; e, quando se prostrarem, que a outra se poste na retaguarda...[4.103] E quando tiverdes concluído a oração, mencionai Deus, quer estejais de pé, sentados, ou deitados. Porém, quando estiverdes fora de perigo, observai a devida oração, porque ela é uma obrigação, prescrita aos fiéis para ser cumprida em seu devido tempo.[4.104]... E não desfaleçais na perseguição ao inimigo...

Excerto de 4:141 
Grupo 20, Contagem 53

Que vos espreitam e dizem, quando Deus vos concede uma vitória (na Jihad).

Excerto de 5:033 
Grupo 21, Contagem 54

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos.

Excerto de 5:035 
Grupo 22, Contagem 55

Ó fiéis, temei a Deus, tratai de acercar-vos d’Ele e lutai (Jihad) pela Sua causa, quiçá assim prosperareis.

Excerto de 5:082 
Grupo 23, Contagem 56

Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. [compare com 5:64]

Excerto de 8:001 
Grupo 24, Contagem 57

... Os espólios [de Guerra] pertencem a Deus e ao Mensageiro...

Excerto de 8:005 
Grupo 25, Contagem 58

Tal como, em verdade, quando o teu Senhor te ordenou abandonar o teu lar, embora isso desgostasse alguns dos fiéis.

Excerto de 8:007 
Grupo 26, Contagem 59

...Recordai-vos de que, quando Deus vos prometeu que teríeis de combater um dos dois grupos, desejastes enfrentar o desarmado. E Deus quis fazer prevalecer a verdade, com as Suas palavras, e exterminar os incrédulos,

Excerto de 8:009-010 
Grupo 27, Contagem 60+61

[8.9]... Reforçar-vos-ei [na Jihad] com mil anjos, que vos chegarão paulatinamente. [veja  8:012]. [8.10] ... Sabei que o socorro só emana de Deus, porque é Poderoso, Prudentíssimo.

Excerto de 8:012 
Grupo 28, Contagem 62

E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!

Excerto de 8:015-017 
Grupo 29, Contagem 63-65

[8.15] ... quando enfrentardes (em Jihad) os incrédulos, não lhes volteis as costas. [8.16] ...a  menos que seja por estratégia... [8.17] Vós que não os aniquilastes, (ó muçulmanos)! Foi Deus quem os aniquilou; e apesar de seres tu (ó Mensageiro) quem lançou (areia), o efeito foi causado por Deus. [Allah recebe o crédito pela Jihad]...

Excerto de 8:039-048 
Grupo 30, Contagem 66-75

[8.39] Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. [8.40] Mas, no caso de se recusarem, sabei que Deus é vosso Protetor...[8.41] tudo quanto adquirirdes de despojos, a quinta parte pertencerá a Deus, ao Mensageiro e aos seus parentes, aos órfãos, aos indigentes e ao viajante...[8.42]... e os enfrentastes para que Deus cumprisse Sua decisão prescrita, a fim de que perecessem aqueles que, com razão, deveriam sucumbir...[8.43]... Deus te fez crer (o exército inimigo) em número reduzido, porque, se te tivesse feito vê-lo numeroso, terias desanimado...[8.44]... quando os enfrentastes, e Ele os fez parecer, aos vossos olhos, pouco numerosos; Ele vos dissimulou aos olhos deles...[8.45]... quando vos enfrentardes com o inimigo, sede firmes e mencionai muito Deus, para que prospereis....[8.46]... E obedecei a Deus e ao Seu Mensageiro e não disputeis entre vós...[8.47]... E não sejais como aqueles que saíram de suas casas por petulância e ostentação, para desviar os outros da senda de Deus...[8.48]... Satanás lhes abrilhantou as ações e lhes disse: hoje ninguém poderá vencer-nos, porque estou do vosso lado; porém, quanto os dois grupos se enfrentaram, girou sobre seus calcanhares e disse: Estou isento de tudo quanto vos suceda, porque eu vejo o que vós não vedes...

Excerto de 8:057-060 
Grupo 31, Contagem 76-79

Se os dominardes na guerra, dispersai-os, juntamente com aqueles que os seguem, para que meditem. E se suspeitas da traição de um povo, rompe o teu pacto do mesmo modo, porque Deus não estima os traidores. E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores (do que os fiéis). Jamais o conseguirão. Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.

Excerto de 8:065-075 
Grupo 32, Contagem 80-90

[8.65] Ó Profeta, estimula os fiéis ao combate. Se entre vós houvesse vinte perseverantes, venceriam duzentos, e se houvessem cem, venceriam mil do incrédulos, porque estes são insensatos. [8.66] ... se entre vós houvesse cem perseverantes, venceriam duzentos; e se houvesse mil, venceriam dois mil... [8.67] Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região... [8.68] ... er-vos-ia açoitado um severo castigo, pelo que havíeis arrebatado (de resgate)... [8.69] Desfrutai, pois, de tudo quanto conseguis [dos espólios de guerra] um lícito e temei a Deus, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo....[8.70] Ó Profeta, dize aos cativos que estão e vosso poder: Se Deus descobrir sinceridade em vossos corações, conceder-vos-á algo melhor do que aquilo que vos foi arrebatado e vos perdoará...[8.71] Mas se intentarem atraiçoar-te, como atraiçoaram antes Deus, Ele os deixará nas tuas mãos...[8.72] Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pela causa de Deus...[8.73] Quanto aos incrédulos, são igualmente protetores uns aos outros; e se vós não o fizerdes (protegerdes uns aos outros), haverá intriga e grande corrupção sobre a terra. [8.74] Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus... estes são os verdadeiros fiéis...[8.75] E aqueles que creram depois, migraram e combateram junto a vós...

Excerto de 9:005 
Grupo 33, Contagem 91

Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.

Excerto de 9:012-014 
Grupo 34, Contagem 92-94

[9.12] ... combatei os chefes incrédulos...[9.13] Acaso, não combateríeis...[9.14] Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio das vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis.

Excerto de 9:016 
Grupo 35, Contagem 95

... aqueles, dentre vós, que lutarão [em Jihad]

Excerto de 9:019-020 
Grupo 36, Contagem 96+97

[9.19] ... lutam pela causa de Deus?... [9.20]... migrarem e sacrificarem seus bens e suas pessoas pela causa [Jihad] de Deus...

Excerto de 9:024-026 
Grupo 37, Contagem 98-100

[9.24] Dize-lhes: Se vossos pais, vossos filhos, vossos irmãos, vossas esposas, vossa tribo, os bens que tenhais adquirido, o comércio, cuja estagnação temeis, e as casas nas quais residis, são-vos mais queridos do que Deus e Seu Mensageiro, bem como a luta por Sua causa, aguardai, até que Deus venha cumprir os Seus desígnios. Sabei que Ele não ilumina os depravados. Deus vos socorreu em muitos campos de batalha – como aconteceu no dia de Hunain, quando vos ufanáveis da vossa maioria que de nada vos serviu; e a terra, com toda a sua amplitude, pareceu-vos pequena para empreenderdes a fuga. Então, Deus infundiu a paz ao Seu Mensageiro e aos fiéis, e enviou tropas – que não avistastes – e castigou os incrédulos; tal é a recompensa dos que não crêem.

Excerto de 9:029 
Grupo 38, Contagem 101

Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

Excerto de 9:036 
Grupo 39, Contagem 102

... combatei unanimemente os idólatras, tal como vos combatem...

Excerto de 9:038-039 
Grupo 40, Contagem 103+104

[9.38] ... partirdes para o combate pela causa de Deus [Jihad] [9.39] Se não marchardes (para o combate), Ele vos castigará dolorosamente, suplantar-vos-á por outro povo, e em nada podereis prejudicá-Lo

Excerto de 9:041 
Grupo 41, Contagem 105

Quer estejais leve ou fortemente (armados), marchai (para o combate) e sacrificai vossos bens e pessoas pela causa de Deus!

Excerto de 9:044 
Grupo 42, Contagem 106

...Quer estejais leve ou fortemente (armados), marchai (para o combate) e sacrificai vossos bens e pessoas...

Excerto de 9:052 
Grupo 43, Contagem 107

...Deus vos inflija o Seu castigo, ou então o faça por nossas mãos...

Excerto de 9:073 
Grupo 44, Contagem 108

...combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles!...

Excerto de 9:081 
Grupo 45, Contagem 109

...os que permaneceram regozijavam-se de terem ficado em seus lares e recusado sacrificar os seus bens e pessoas pela causa de Deus; disseram: Não partais durante o calor!...

Excerto de 9:083 
Grupo 46, Contagem 110

... Jamais partireis comigo, nem combatereis junto a mim contra inimigo algum [em  Jihad]...

Excerto de 9:086 
Grupo 47, Contagem 111

... Crede em Deus e lutai junto ao Seu Mensageiro!

Excerto de 9:088 
Grupo 48, Contagem 112

... o Mensageiro e os fiéis que com ele sacrificaram seus bens [em Jihad]...

Excerto de 9:092 
Grupo 49, Contagem 113

Assim como forma considerados (isentos) aqueles que se apresentaram a ti, pedindo que lhes arranjasses montaria, e lhes disseste: Não tenho nenhuma para proporcionar-vos; voltaram com os olhos transbordantes de lágrimas, por pena de não poderem contribuir [com a Jihad].

Excerto de 9:111 
Grupo 50, Contagem 114

... Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos....

Excerto de 9:120 
Grupo 51, Contagem 115

devido à sede, fome ou fadiga, pela causa de Deus [Jihad], todo o dano causado aos incrédulos e todo o dano recebido do inimigo ser-lhes-á registrado como boa ação...

Excerto de 9:122-123 
Grupo 52, Contagem 116+117

[9.122] Não devem todos os fiéis, de uma só vez, sair para o combate; deve permanecer uma parte de cada coletividade, para instruir-se na fé... [9.123] ... combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós...

Excerto de 16:110 
Grupo 53, Contagem 118

... combateram pela fé e perseveraram...

Excerto de 22:039 
Grupo 54, Contagem 119

... Ele permitiu (o combate) aos que foram atacados...

Excerto de 22:058 
Grupo 55, Contagem 120

... Aqueles que migraram pela causa de Deus e forma mortos, ou morreram, serão infinitamente agraciados por Ele...

Excerto de 22:078 
Grupo 56, Contagem 121

... E combatei com denodo pela causa de Deus; Ele vos elegeu. E não vos impôs dificuldade...

Excerto de 24:053 
Grupo 57, Contagem 122

... Juraram solenemente por Deus que se tu lhes ordenasses (marcharem para o combate) iriam (veja 24:055)]...

Excerto de 24:055 
Grupo 58, Contagem 123

Deus prometeu, àqueles dentre vós que crêem e praticam o bem, fazê-los herdeiros da terra [como recompensa pela Jihad (veja  24:053)]...

Excerto de 25:052 
Grupo 59, Contagem 124

... combate-os com denoda...

Excerto de 29:006 
Grupo 60, Contagem 125

... Quanto àquele que lutar pela causa [Jihad] de Deus, o fará em benefício próprio...

Excerto de 29:069 
Grupo 61, Contagem 126

...(as for) those who strive hard [in Jihad] for Us [Allah]...

Excerto de 33:015 
Grupo 62, Contagem 127

quanto àqueles que diligenciam por Nossa causa [Jihad], encaminhá-los-emos pela Nossa senda...

Excerto de 33:018 
Grupo 63, Contagem 128

... e não vão à luta, a não ser para permanecerem por pouco tempo...

Excerto de 33:020 
Grupo 64, Contagem 129

... se os partidos tivessem voltado (a atacar), teriam anelado viver...

Excerto de 33:023 
Grupo 65, Contagem 130

há homens [Jihadistas] que cumpriram o que haviam prometido, quando da sua comunhão com Deus; há-os que o consumaram (ao extremo), e outros que esperam [por morrer em combate]...

Excerto de 33:25-27 
Grupo 66, Contagem 131-133

Deus rechaçou os incrédulos que, apesar da sua fúria, não tiraram vantagem alguma; basta Deus aos fiéis, no combate, porque Deus é potente, poderosíssimo! E (Deus) desalojou de suas fortalezas os adeptos do Livro, que o (inimigo) apoiaram, e infundiu o terror em seus corações. Matastes uma parte e capturastes outra. E (depois disso) vos fez herdeiros de sua cidade, de suas casas, seus bens e das terras que nunca havíeis pisado (antes)

Excerto de 33:050 
Grupo 67, Contagem 134

... Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas dotado, assim como as que a tua mão direita possui (cativas)...[mulheres capturadas durante da Jihad]

Excerto de 42:039 
Grupo 68, Contagem 135

E que, quando são afligidos por um erro opressivo, sabem defender-se.

Excerto de 47:004 
Grupo 69, Contagem 136

... E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.... Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, (facultou-vos a guerra) para que vos provásseis mutuamente...

Excerto de 47:020 
Grupo 70, Contagem 137

... quando é revelada uma surata peremptória, em que se menciona o combate [Jihad]...

Excerto de 47:035 
Grupo 71, Contagem 138

Não fraquejeis (ó fiéis), pedindo a paz, quando sois superiores; sabei que Deus está convosco e jamais defraudará as vossas ações.

Excerto de 48:15-24 
Grupo 72, Contagem 139-148

Quando marchardes para vos apoderardes dos despojos, os que ficarem para trás vos dirão: Permiti que vos sigamos! Pretendem trocar as palavras de Deus. Dize-lhes: Jamais nos seguireis, porque Deus já havia declarado (isso) antes. Então vos dirão: Não! É porque nos invejais. Qual! É que não compreendem, senão poucos. Dize aos que ficaram para trás, dentre os beduínos: Sereis convocados para enfrentar-vos com um povo dado à guerra; então, ou vós os combatereis ou eles se submeterão. E se obedecerdes, Deus vos concederá uma magnífica recompensa; por outra, se vos recusardes, como fizestes anteriormente, Ele vos castigará dolorosamente. Não terão culpa o cego, o coxo, o enfermo. Quanto àquele que obedecer a Deus e ao Seu Mensageiro, Ele o introduzirá em jardins, abaixo dos quais correm os rios; por outra, quem desdenhar, será castigado dolorosamente. Deus Se congratulou com os fiéis, que te juraram fidelidade, debaixo da árvore. Bem sabia quanto encerravam os seus corações e, por isso infundiu-lhes o sossego e os recompensou com um triunfo imediato, bem como com muitos ganhos que obtiveram, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo. Deus vos prometeu muitos ganhos, que obtereis, ainda mais, adiantou-vos estes e conteve as mãos dos homens, para que sejam um sinal para os fiéis e para guiar-vos para uma senda reta. E outros ganhos que não pudestes conseguir, Deus os conseguiu, e Deus é Onipotente. E ainda que o incrédulos vos combatessem, certamente debandariam, pois não achariam protetor nem defensor. Tal foi a lei de Deus no passado; jamais acharás mudanças na lei de Deus. Ele foi Quem conteve as mãos deles, do mesmo modo como conteve as vossas mãos no centro de Makka, depois de vos ter feito prevalecer sobre eles; sabei que Deus bem vê tudo quanto fazeis.

Excerto de 49:015 
Grupo 73, Contagem 149

Somente são fiéis aqueles que ... sacrificam os seus bens e as suas pessoas pela causa de Deus...

Excerto de 59:002 
Grupo 74, Contagem 150

... destruíram as suas casas com suas próprias mãos [i.e. Os Muçulmanos destruíram a casa dos Judeus] ...

Excerto de 59:5-8 
Grupo 75, Contagem 151-154

(Ó muçulmanos), ficai sabendo que, se cortardes as tamareiras tenras ou se as deixardes de pé, fá-lo-eis com o beneplácito de Deus, e para que Ele avilte os depravados. Tudo quanto Deus concedeu ao Seu Mensageiro, (tirado) dos bens deles (dos Bani Annadhir), não tivestes de fazer galopar cavalo ou camelo algum para conseguir (para transportar). Deus concede aos Seus mensageiros o predomínio sobre quem Lhe apraz, porque Deus é Onipotente. Tudo quanto Deus concedeu ao Seu Mensageiro, (tomado) dos moradores das cidades, corresponde a Deus, ao Seu Mensageiro e aos seus parentes, aos órfãos, aos necessitados e aos viajantes; isso, para que (as riquezas) não sejam monopolizadas pelos opulentos, dentre vós. Aceitai, pois, o que vos der o Mensageiro, e abstende-vos de tudo quanto ele vos proíba. E temei a Deus, porque Deus é Severíssimo no castigo. (E também corresponde uma parte) aos pobres migrantes (maquenses), que foram expatriados e despojados dos seus bens, que procuram a graça de Deus e a Sua complacência, e secundam Deus e Seu Mensageiro; estes são os verazes.

Excerto de 59:014 
Grupo 76, Contagem 155

Eles não vos combaterão (mesmo) em conjunto, senão em cidades fortificadas, ou por detrás das muralhas...

Excerto de 60:009 
Grupo 77, Contagem 156

Deus vos proíbe tão-somente entrar em privacidade com aqueles que vos combateram na religião...

Excerto de 61:004 
Grupo 78, Contagem 157

Em verdade, Deus aprecia aqueles que combatem, em fileiras, por Sua causa, como se fossem uma sólida muralha.

Excerto de 61:011 
Grupo 79, Contagem 158

... sacrifiqueis os vossos bens e pessoas pela Sua causa...

Excerto de 61:013 
Grupo 80, Contagem 159

... o socorro de Deus e o triunfo imediato [na Jihad]...

Excerto de 63:004 
Grupo 81, Contagem 160

... São os inimigos; cuida-te, pois, deles. Que Deus os maldiga! [Este verso incita a Jihad contra Muçulmanos que são chamados de ‘hipócritas’]

Excerto de 64:014 
Grupo 82, Contagem 161

...em verdade, tendes adversários entre as vossas mulheres e os vossos filhos. Precavei-vos, pois, deles. [colaboradores com o inimigo; especialmente mulheres que foram espólio de guerra]...

Excerto de 66:009 
Grupo 83, Contagem 162

combate com denodo os incrédulos e os hipócritas, e sê inflexível para com eles, pois a sua morada será o inferno...

Excerto de 73:020 
Grupo 84, Contagem 163

...  outros, que combatem pela causa de Deus [Jihad]...

Excerto de 76:008 
Grupo 85, Contagem 164

E porque, por amor a Ele, alimentam o necessitado, o órfão e o cativo [preso durante a Jihad]...


This article is a translation of "164 Jihad Verses in the Koran" - original

Este artigo é uma tradução de "164 Jihad Verses in the Koran" - original


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Casais Mistos em Israel



Percebam que todos os casais mistos que existem, são sempre e quase sem exceção compostos por um árabe e uma mulher judia, e jamais o contrário, um judeu com uma mulher árabe. Pela simples razão que se ousasse olhar para um judeu, uma árabe seria assassinada pela própria família, como o caso ocorrido em Ramle - que não são raros. Segue aqui uma matéria interessante, cuja função é descrever uma das facetas da (triste) realidade dos relacionamentos entre árabes e judeus.

a questão palestina"Para as mulheres árabes em Israel, o preço da honra ainda é demasiado alto

No dia 11 de Março de 2008, uma moça de 19 anos foi quase assassinada pelo seu irmão, em Na’ura, na Galileia (Israel). O homicídio tinha sido planeado há muito tempo mas, felizmente, a moça salvou-se, fingindo-se de morta depois de ter sido ferida na cabeça por uma bala. O irmão, preso em flagrante pela polícia, foi aplaudido e elogiado pela sua corajosa ação pela família e pelas pessoas presentes no momento do acto. No dia 16 de Março de 2008, Sara Abu Ghahem, 40 anos, foi ferida numa outra tentativa de homicídio, em Jawarish, perto de Telavive. Tinha-se divorciado do marido e queria oficializar a sua relação com outro homem, de religião hebraica. Em seis anos, Sara é a nona vítima do crime de honra na família Abu Ghanem. As anteriores oito mulheres foram assassinadas. Ambas as histórias testemunham os últimos crimes de honra registados em 2008 na comunidade palestiniana em Israel."

a questão palestina
"O grupo ‘Women Living Under Muslim Laws’ (WLUML) lançou a campanha “Stop Killing and Stoning Women”, com o propósito de denunciar o uso da religião, cultura e tradição como desculpas para a violência contra a mulher. 

O apedrejamento até à morte por adultério é aceite no Afeganistão, Irão, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão e Estados Emirados Unidos.  As mulheres constituem a maioria dos condenados à morte por apedrejamento devido às leis e costumes discriminatórios. Além disso, são vulneráveis a ameaças como o crime de honra, isto é, actos de extrema violência, geralmente homicídio, perpetrados por membros de uma família contra uma mulher do mesmo núcleo por considerarem o seu comportamento imoral.

De acordo com a UNFPA, cinco mil mulheres são vítimas do crime de honra todos os anos. Os países com maior incidência são Bangladesh, Brasil, Equador, Egipto, Índia, Israel, Itália, Jordânia, Marrocos, Paquistão, Suécia, Turquia, Uganda e Reino Unido.   "
artigos publicado no site http://stop-stoning.org/

a questão palestina"Quando o amor antes do casamento é sinónimo de morte”.
Souad nasceu e passou uma parte da sua vida na Cijordânia. Cresceu com trabalho excessivo e violência quotidiana. Aos 17 anos comete o maior dos seus “erros”: apaixona-se. Grávida vive atormentada pelo medo e a incerteza. Após uma sentença decretada numa reunião de família, ela é regada e queimada com gasolina pelo cunhado.
No entanto sobrevive, no hospital é salva fisicamente e agora espera-lhe um novo desafio: uma nova vida num país ocidental. O choque de culturas é inevitável e os fantasmas do passado parecem inabaláveis. Os traumas ultrapassam os limites físicos e têm consequências sobretudo psicológicas impossíveis de esquecer.
Um relato comovente e aterrador na primeira pessoa de uma jovem do qual o único crime foi amar antes do casamento. Este livro alerta-nos para a violência e discriminação que sofrem ainda mulheres em todo o mundo, reduzidas a submissão pouco lhe resta senão a obediência.
O crime de honra é muitas vezes dissimulado pelas próprias leis do país e condena milhares de mulheres à morte. O crime de honra não tem fronteiras!
Um livro imprescindível capaz de consciencializar até os mais cépticos.
Leiam, não vão ficar indiferentes!" 
artigo de Sylvie de Oliveira



Por outro lado, muitas mulheres judias no entanto são seduzidas por árabes que. no início as tratam como rainhas, até levá-las à seu povoado, às suas famílias, e a partir de um tempo tornam-se escravas, apanham e são tratadas da mesma maneira que mulheres árabes são tratadas - e pior, não podem mais voltar sob ameaças de morte.


A organização Yad leahim é uma daquelas que enviam todos os meses grupos de jovens resgatar mulheres judias de dentro dos povoados árabes. estima-se que hoje vivam 30.000 mulheres judias nestes povoados, e todos os meses algumas delas conseguem entrar em contato com a organização secretamente para serem salvas.

clique aqui para visitar o site Yadleahim

Então todas as aparências de amizade proveniente de indivíduos que se mostrem simpáticos, sobretudo com meninas, podem esconder uma armadilha bastante mais séria em seguida.

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Fotos de Gaza


a questão palestina a questão palestina
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Outros links com fotos da crise humanitária de Gaza aqui:


Gaza I - Faim - misère - destructions 

Gaza II - Faim - misère - destructions

Gaza III - Faim - misère - destructions

Gaza IV - Crise humanitaire 

Gaza - Université Islamique 

Gaza - Grand Palace Hotel 

Gaza - centre récréatif et culturel Al-Mathaf  

Gaza - Hotel Al Deira 

Gaza - Le marché de l’or   

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Vídeos da mídia árabe


É simpático analisarmos que o sistema de comunicações de determinados países não são tão objetivos como gostaríamos de acreditar. Não que os sistemas ocidentais sejam imparciais ou impecáveis, mas as vezes tem algum jornalista ou outro que tenta dizer a verdade. No fundo, pior de que jornalista, só advogado. E a união dos dois, algo que é melhor conhecer por foto do que ter em casa para jantar. Então para se saber o que os outros divulgam em seus meios de comunicação, nada melhor do que OUVI-LOS DIRETAMENTE, SEM INTERMEDIÁRIOS. E o que se propõe nesta coluna. Confira:

www.memri.org
   um monitor da mídia internacional, órgão oficial responsável por traduzir todos os tipos de programas de canais de televisão orientais cujas línguas nos são incompreensíveis Trata-se de longe do mais completo monitor de mídia- Tem diversos canais de televisão, blogs e páginas de caricaturas.

http://midiaarabe.blogspot.com/  Tem a grande vantagem de estar totalemente em português. Tem deiversos vídeos  legendados e explicações.


http://www.pmw.org.il/  Palestinian Media Watch, acompanha tudo o que é transmitido e publicado na mídia Palestina - Está em Inglês.
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Judeus nos países árabes


Um sem número de judeus, talvez até mesmo metade da população judaica no mundo nasceu e foi criada em ou é descendente de alguém que nasceu e foi criado em um país muçulmano. Este documentário, apesar de estar em inglês conta muita bem a sua história:

parte 1 parte 2 parte 3 parte 4 parte 5
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Material informativo gratuito para se baixar sobre a questão palestina

a questão palestina
Saiba tudo o que se passa no oriente médio em geral e em Israel em particular. Saiba o que responder a todos os espertos que acham que conhecem algo de história. Sob forma de Perguntas e Respostas, tornou-se um ponto de referência. Livro imperdível, leitura obrigatória. Clique aqui



Walid Shoeabat Foundation: em inglês apenas, trata-se de um antigo terrorista palestino que tornou-se hoje em dia pro-Israel. Ele aponta todos os tipos de paradoxos existentes na sociedade árabe. É importante ouvi-lo, já que vozes como a dele raramente recebem atenção.

Filme Obsession com legendas em português:

parte 1



parte 2

parte 3
parte 4


a questão palestinaReply - Inglês: tem online e tem para baixar - Este livro traz todo tipo de fatos históricos recentes e mais antigos com relação à história do Oriente Médio.

No mesmo site há o livro para se baixar, "the mandate for Palestine"  que também pode ser baixado neste link diretamente.


a questão palestinaNem todo material distribuido é proveniente de sites judaicos. Existe um livro interessante publicado por uma associação cristã - chama-se Israel 101 e me pareceu bastante bem escrito. Vale a pena baixar. 




Ainda tem alguns links aqui bastante importantes:
www.danielpipes.org Site de um dos mais importantes jornalistas da atualidade, porque também estudou.

Masbirim.go.il
site oficial do governo, apresentação do país, incluindo mensagens do primeiro ministro

Hasbara.com Site oficial do governo de Israel / ministério do exterior - Com todo tipo de explicações.
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